Notícias Exclusivo
Imagens revelam brutalidade do cantor João Lima contra Raphaella Brilhante
Material compartilhado pela jornalista Patrícia Calderon detalha a brutalidade do cantor João Lima e reforça tese de tentativa de feminicídio.
06/03/2026 18h44 Atualizada há 6 meses
Por: Redação
Raphaella Brilhante e João Lima. Reprodução/Instagram - Montagem

O Portal Felipeh Campos obteve, com exclusividade, imagens impactantes compartilhadas pela jornalista Patrícia Calderon, que revelam o momento exato das agressões sofridas pela médica Raphaella Brilhante. O material inédito expõe a brutalidade do crime cometido pelo cantor João Lima e traz novos elementos que reforçam a gravidade do caso, que já vinha sendo acompanhado de perto pela opinião pública.

O caso envolvendo a médica Raphaella Brilhante e o cantor de forró João Lima explodiu em janeiro de 2026, revelando um cenário de violência doméstica que começou logo após o matrimônio. Embora estivessem juntos há três anos, Raphaella relatou que as agressões físicas tiveram início apenas cinco dias após o casamento, durante a lua de mel em novembro de 2025. Antes disso, o relacionamento já apresentava sinais de abuso psicológico, com o cantor exercendo controle excessivo sobre a rotina da esposa, incluindo monitoramento de seus horários e idas à academia.

Veja

 
 
 
 
 
Ver essa foto no Instagram
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Um post compartilhado por Portal Felipeh Campos (@portalfelipehcampos)

Em seus relatos, Raphaella afirmou que o episódio foi, na verdade, uma tentativa de feminicídio, e que ela só conseguiu se salvar devido à intervenção de terceiros ou por conseguir escapar do local. A gravidade das provas e o impacto público levaram a justiça paraibana a agir rapidamente.

No dia 25 de janeiro de 2026, foi decretada a prisão preventiva do cantor, que é filho do deputado estadual Cicinho Lima. Ele se entregou à polícia no dia seguinte e foi encaminhado ao Presídio do Roger, em João Pessoa. Mesmo com o agressor detido, a médica denunciou que continuou sofrendo violência psicológica e ataques digitais vindos de familiares do artista, evidenciando a dificuldade enfrentada por vítimas que decidem romper o silêncio contra figuras públicas.