O comportamento da participante Gabriela no Big Brother Brasil 26 tem gerado forte repercussão nas redes sociais e acendido um alerta dentro e fora da casa. A sister foi flagrada consumindo carne bovina totalmente crua durante o preparo das refeições, prática que, segundo ela, já faz parte da sua rotina fora do confinamento.
Mesmo após alertas de outros participantes e da própria produção, Gabriela manteve o hábito. A situação ganhou ainda mais destaque após relatos de mal-estar gastrointestinal, o que aumentou a preocupação entre internautas.
GENTE? Viralizou no TikTok um vídeo da Gabi comendo CARNE CRUA enquanto tempera. #BBB26pic.twitter.com/D2W1BWT5UE
— Central Reality (@centralreality) March 17, 2026
Especialistas apontam que o consumo de carne crua pode representar riscos importantes à saúde. Entre eles estão infecções causadas por bactérias como Salmonella e Escherichia coli, que podem provocar quadros severos. Outro ponto de atenção é a possibilidade de parasitoses, como a infecção pela Taenia saginata, conhecida como solitária. A transmissão ocorre principalmente pela ingestão de carne contaminada e mal preparada.
Além disso, em um ambiente coletivo como o reality, o manuseio de carne crua aumenta o risco de contaminação cruzada, podendo afetar outros alimentos e participantes. Apesar de existirem pratos à base de carne crua, como o steak tartar, especialistas reforçam que o consumo seguro exige controle rigoroso de procedência e higiene, algo difícil de garantir em uma cozinha compartilhada.
A nutricionista e psicóloga Cibele Santos destacou, em entrevista ao portal Metrópoles, que o cozimento ainda é o método mais eficaz para eliminar riscos:
O calor é o único método 100% eficaz para garantir que o alimento esteja seguro. O cozimento funciona como uma barreira física necessária.
Além das questões biológicas, o comportamento também pode ter explicações psicológicas. Em um ambiente de confinamento, hábitos incomuns podem surgir como forma de preservar identidade ou lidar com o estresse. Ainda assim, especialistas alertam que, quando esse tipo de prática ultrapassa limites de segurança, pode colocar em risco não apenas o indivíduo, mas também o coletivo.
Dentro da casa do Big Brother Brasil 26, o tema segue repercutindo, enquanto nas redes sociais cresce a cobrança para que a produção adote medidas mais rígidas diante da situação.