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Zé Felipe revela diagnóstico de baixa testosterona e passa a usar implante hormonal; entenda o que é o hipogonadismo
Cantor fala sobre baixa testosterona e reacende debate médico sobre reposição hormonal, riscos e cuidados necessários antes do tratamento
18/03/2026 19h26
Por: Mateus Pereira Fonte: Metrópoles
Foto: redes sociais

O cantor Zé Felipe chamou atenção ao revelar que foi diagnosticado com baixa testosterona e iniciou um tratamento de reposição hormonal. O desabafo rapidamente ganhou repercussão e abriu espaço para dúvidas sobre quando a condição deve ser tratada e quais são os riscos envolvidos.

A testosterona é o principal hormônio masculino, responsável por funções importantes como libido, massa muscular, produção de espermatozoides e até o humor. Quando os níveis estão abaixo do ideal, sintomas como cansaço, desânimo, perda de força e queda no desejo sexual podem aparecer, mas o diagnóstico exige mais do que apenas esses sinais.

Zé Felipe afirma que tem baixa testosterona e que usa chip de testosterona:

“O bicho [p*nis] fica sem reação. Fica todo inofensivo. Meti um chip de testosterona no bicho, eu ‘tô’ é pronto.” pic.twitter.com/e7zMw6RVlG

— POPTime (@poptime) March 15, 2026

Segundo matéria recente do portal Metrópoles, especialistas alertam que a confirmação só deve ser feita com exames laboratoriais aliados à avaliação clínica, já que os níveis hormonais variam ao longo do dia e podem ser influenciados por fatores como estresse, idade e estilo de vida.

No caso de Zé Felipe, o tratamento envolve o chamado “chip hormonal”, que na prática é um implante de testosterona inserido sob a pele. Esse dispositivo libera o hormônio de forma contínua por meses, sendo apenas uma das opções disponíveis, ao lado de géis e injeções.

Apesar da popularização, médicos reforçam que a reposição não deve ser feita por conta própria nem com fins estéticos. O uso inadequado pode trazer riscos como problemas cardiovasculares, alterações hormonais e até impacto na fertilidade.

A recomendação é clara: apenas pacientes com deficiência comprovada devem iniciar o tratamento, sempre com acompanhamento especializado. O relato do cantor ajuda a dar visibilidade ao tema, mas também acende um alerta sobre o uso consciente.