O desdobramento jurídico da participação de Pedro Espíndola no Big Brother Brasil 26 ganhou um novo capítulo. A defesa do ex-brother busca a anulação da rescisão contratual com a emissora, além de reparações financeiras que somam cerca de R$ 4,2 milhões valor próximo ao prêmio total da edição, estimado em R$ 5,5 milhões.
Pedro deixou o confinamento em 18 de janeiro, após um episódio envolvendo a participante Jordana Morais. Na ocasião, o brother tentou beijá-la sem consentimento, o que gerou uma forte reação dentro e fora da casa. Embora tenha apertado o "botão de desistência" antes de uma eventual expulsão, a emissora passou a tratá-lo institucionalmente como expulso, ponto que é contestado na ação por quebra de contrato.
Paralelamente à esfera cível, Pedro foi indiciado por importunação sexual no início de fevereiro pela Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá. De acordo com a defesa informada à justiça, o ex-participante não prestou depoimento durante a fase de inquérito policial por estar, na época, internado em uma clínica de reabilitação no interior do Paraná.
O processo segue os ritos legais no TJ-PR, onde a TV Globo deverá apresentar sua contestação aos pedidos de indenização e anulação de vínculo.