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“Minha fã incubada”, Nikolas Ferreira rebate Erika Hilton após ação da AGU
Ferreira assegurou que não utiliza artifícios mentirosos para expor sua contrariedade à proposta, classificando o texto como uma tentativa de cerceamento de expressão que ignora o combate à agressão física real
26/03/2026 14h42
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Nikolas Ferreira e Erika Hilton - Reprodução: Poder360

O deputado federal, Nikolas Ferreira (PL), rebateu a ofensiva jurídica movida por Erika Hilton (PSol) junto à Advocacia-Geral da União (AGU). Na representação, a deputada atribui ao colega a propagação de notícias falsas sobre o projeto de lei contra a misoginia, que recebeu o aval do Senado na última terça-feira (24).

Ferreira assegurou que não utiliza artifícios mentirosos para expor sua contrariedade à proposta, classificando o texto como uma tentativa de cerceamento de expressão que ignora o combate à agressão física real:

“Eu não preciso usar a desinformação para mostrar o quanto essa lei é horrível, é péssima e não tem nada a ver com violência física contra as mulheres. Pelo contrário, eles querem controlar o que pode ou não ser dito. Ela [Erika Hilton] com certeza, é minha fã incubada”.

O congressista negou que sua publicação principal contenha fake news. Segundo sua versão, houve apenas um equívoco pontual em uma postagem na rede social X (antigo Twitter), onde um link remetia a uma legislação distinta da que estava em pauta. Ele ressaltou que a correção foi imediata:

“No meu vídeo, que tem praticamente mais de 20 milhões de visualizações, de forma alguma há desinformação. Ela se refere a um vídeo que eu postei no Twitter [atual X], em que, abaixo do vídeo, havia uma lei e, quando eu vi que não era essa lei, eu imediatamente apaguei, porque não tenho compromisso algum com desinformação”, justificou o deputado.

Críticas ao Uso do Judiciário

Para Nikolas, a atitude de Erika Hilton configura uma tentativa de intimidação do exercício parlamentar e da fiscalização dos atos do governo. Ele defendeu sua atuação como uma barreira necessária contra projetos que considera prejudiciais ao Brasil:

“Essa pessoa [Erika Hilton] usa da Justiça para poder constranger o trabalho parlamentar daqueles que estão fiscalizando o Executivo e também fazendo o seu trabalho para impedir que leis ruins tenham sucesso aqui em nosso país”, concluiu.