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Lidi Lisboa desabafa sobre política, cita 'picanha' de Lula e dispara: “O diabo usa comida para enganar”
Atriz aprofunda posicionamento, critica promessas políticas e faz reflexão sobre desigualdade, polarização e o papel da sociedade diante das decisões do país
06/04/2026 14h02
Por: Mateus Pereira Fonte: Bacci Notícias
Foto: Reprodução | Arquivo/Jô Prazeiro

A atriz Lidi Lisboa voltou a movimentar as redes sociais após se tornar alvo de críticas por um posicionamento político que não passou despercebido. Depois de publicar uma reflexão com referências bíblicas, a artista decidiu ir além e abriu o jogo em entrevista ao Bacci Notícias, onde abordou desde promessas de campanha até desigualdade social, sem suavizar o tom.

Sem recuar, Lidi analisou o cenário atual e chamou atenção ao citar diretamente discursos populares ligados à política. Em tom crítico, ela resgatou o debate sobre promessas feitas ao eleitorado e disparou: “O diabo sempre usou comida para enganar o povo”, em uma fala que rapidamente ganhou repercussão e foi associada à clássica promessa da “picanha”.

Ao falar sobre a polarização, a atriz foi direta ao dizer que o problema não é exatamente novo, mas ganhou força com a internet. “Creio que o Brasil não ficou mais dividido… ficou mais barulhento. A polarização sempre existiu, mas hoje ela ganhou microfone, Wi-Fi e algoritmo”, afirmou, destacando que o excesso de opinião tem abafado a escuta.

Captura: Redes sociais

Lidi também trouxe um olhar mais amplo sobre o impacto das decisões políticas na vida real, principalmente entre os mais vulneráveis:

Quando penso nas decisões e leis de um governo, eu tento olhar menos para o discurso e mais para o efeito real na vida das pessoas… porque, no fim, política não deveria ser sobre quem vence o debate, mas sobre quem consegue jantar sem pular refeição.

Em outro momento, a atriz usou uma metáfora para falar sobre desigualdade no país. “Eu vejo o Brasil como uma grande mesa: tem lugar pra todo mundo, mas nem todo mundo está conseguindo comer”, disse, reforçando que o problema vai além de narrativas e exige atenção prática.

Lidi ainda abordou temas como violência contra a mulher e responsabilidade pública, defendendo que o silêncio também é uma forma de posicionamento. “Às vezes, o papel de quem tem voz não é ser consenso, é ser ponte”, afirmou. Ao final, deixou um recado direto sobre o período eleitoral: “Não é sobre escolher salvadores, é sobre escolher caminhos”.