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Para líder do PL, demissão do presidente do INSS foi “sacrifício para conter danos”
Através de sua conta no X (antigo Twitter), Sóstenes sugeriu que a demissão não ocorreu por acaso, mas como uma estratégia política em que um integrante é “sacrificado” para estancar crises quando a “pressão aperta”
13/04/2026 14h12
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Sóstenes Cavalcante - Reprodução: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Nesta segunda-feira (13), o líder do PL na Câmara, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), comentou a destituição de Gilberto Waller da presidência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), cargo que ocupava há quase um ano. Para o parlamentar, o afastamento de Waller configura um “movimento de contenção”.

Através de sua conta no X (antigo Twitter), Sóstenes sugeriu que a demissão não ocorreu por acaso, mas como uma estratégia política em que um integrante é “sacrificado” para estancar crises quando a “pressão aperta”.

“Coincidência não é. Depois de tudo que foi exposto na CPMI do INSS, o governo corre e acaba de demitir o presidente do INSS. É movimento de contenção. Quando a pressão aperta e a verdade começa a aparecer, alguém sempre é sacrificado para tentar conter o dano”, declarou.

O congressista encerrou sua manifestação levantando dúvidas sobre a real motivação por trás da saída do gestor e advertiu: “O Brasil está vendo”.

A gestão de Luiz Inácio Lula da Silva oficializou hoje a dispensa de Waller, que permaneceu à frente da autarquia por apenas 11 meses. O Palácio do Planalto já designou Ana Cristina Viana Silveira, funcionária concursada da instituição, para assumir a vaga.

O principal obstáculo enfrentado pela administração anterior foi o represamento recorde de solicitações. No começo de 2026, o volume de processos aguardando análise no INSS atingiu um patamar jamais visto, ultrapassando a marca de 3,1 milhões de pedidos no mês de fevereiro.