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Líder do PSD, Gilberto Kassab, afirma apoio incondicional ao Tarcísio para governo de SP
“Apostamos no candidato certo, tem sido um excelente governador [...] Isso mostra o quanto o PSD está com o Tarcísio, o nosso apoio é incondicional”, declarou o dirigente
28/04/2026 10h29
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Tarcísio de Freitas e Gilberto Kassab - Reprodução: Redes Sociais

O líder nacional do PSD, Gilberto Kassab, ratificou nessa última segunda-feira (27) a aliança de seu partido com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), enfatizando que o suporte à sua gestão permanece sendo “incondicional”.

“Apostamos no candidato certo, tem sido um excelente governador [...] Isso mostra o quanto o PSD está com o Tarcísio, o nosso apoio é incondicional”, declarou o dirigente à imprensa logo após integrar o Fórum Paulista de Desenvolvimento (Fopa), sediado em Itu.

Recentemente, o cenário político foi movimentado pela articulação de Tarcísio para migrar seu vice, Felício Ramuth, das fileiras do PSD para o MDB. Ao ser indagado sobre um possível sentimento de deslealdade por parte do governador, Kassab foi enfático ao negar: “De maneira alguma, o contrário”.

Mesmo com a desfiliação de Ramuth, a tendência é que o PSD mantenha sua vaga na coalizão governista para o pleito de 2026, ainda que sua influência na chapa principal sofra alterações.

Distanciamento da Esquerda e Movimentações Internas

O ex-prefeito de São Paulo foi categórico ao descartar qualquer composição com o petista Fernando Haddad na disputa estadual, classificando a probabilidade como “zero”, frustrando as expectativas de interlocutores do PT que planejavam uma aproximação.

Vale lembrar que a saída de Kassab do cargo de secretário de Governo e Relações Institucionais, ocorrida em 25 de março, marcou um período de ajustes. O afastamento se deu por dois motivos principais:

  1. Divergência Estratégica: O desalinhamento começou quando Tarcísio priorizou a reeleição em São Paulo em vez de uma corrida presidencial.

  2. Agenda Partidária: Kassab alegou que o cargo técnico era inviável frente às demandas da presidência do PSD em ano eleitoral, especialmente após a legenda oficializar o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como seu nome para a Presidência da República em outubro.