Notícias Votariam em quem?
Genial/Quaest: Tarcísio lidera contra Haddad pela disputa do governo de SP
O levantamento consultou 1.650 cidadãos paulistas entre 23 e 27 de abril
29/04/2026 11h09
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Fernando Haddad e Tarcísio de Freitas - Reprodução: Reprodução/MF e Vinicius Freitas/GOVSP

Novos dados estatísticos da Genial/Quaest sobre o panorama político em São Paulo, publicados nesta quarta-feira (29), apontam que Tarcísio de Freitas (Republicanos) desponta como o favorito para permanecer no comando do Palácio dos Bandeirantes, vencendo tanto na etapa inicial quanto em um eventual 2º turno.

O estudo também explorou a corrida pelas duas cadeiras no Senado. Nas simulações, figuras de centro e de esquerda levam a melhor sobre os nomes da ala conservadora: Simone Tebet (MDB) e Márcio França (PSB) superam Guilherme Derrite (PP), Ricardo Salles (Novo) e André do Prado (PL). A deputada Marina Silva (Rede) também apresenta desempenho superior aos candidatos da direita quando incluída nas opções.

Por outro lado, Pablo Marçal (União Brasil), ex-candidato à prefeitura de São Paulo e atualmente sem direitos políticos, alcançou um patamar de igualdade estatística com Tebet e França na única rodada em que seu nome foi testado.

O levantamento consultou 1.650 cidadãos paulistas entre 23 e 27 de abril. A margem de erro é de três pontos porcentuais, e o nível de confiança é de 95%. A amostragem oficializada junto à Justiça Eleitoral possui o registro “SP-03583/2026.

Disputa pelo Governo do Estado

Corrida para o Senado

Foram analisados quatro contextos distintos para as vagas no Legislativo:

  1. Cenário A: Tebet lidera com 14%, seguida por França (12%) e Derrite (8%), este último em empate técnico com a emedebista no limite da margem. Salles aparece com 6% e Prado com 5%.

  2. Cenário B (com Marina Silva): Tebet mantém 14%, Marina registra 12% e Derrite segue com 8%.

  3. Cenário C (com Pablo Marçal): Sem Derrite e Salles na lista, Tebet marca 15% e França 12%. O ex-coach atinge 11%, o que o coloca em paridade numérica com os integrantes do governo federal. Prado aparece com 7%.

O alto índice de votos brancos, nulos e eleitores indecisos, que somam quase metade do eleitorado nos cenários para o Senado, indica que a disputa ainda está longe de uma definição.