A modelo e atriz Bárbara Evans decidiu abrir o jogo sobre um momento delicado de sua vida: a tentativa de se livrar da dependência de medicamentos para dormir. Em desabafo publicado nesta quarta-feira (29), ela contou que está em processo de redução da substância, embora tenha enfrentado dificuldades recentes.
Segundo Bárbara, o uso do clonazepam se tornou rotina ao longo de cerca de cinco a seis anos. “Eu não conseguia dormir sem o clonazepam. 2 miligramas, acho que é, né? Que é o mais forte de todos. Isso já tem mais ou menos uns 5 a 6 anos. Eu não sabia que ele fazia tão mal a longo prazo”, revelou.
Atualmente, a influenciadora está sendo acompanhada por especialistas, como psiquiatra e psicóloga, e segue um plano de redução gradual da medicação. Entre as alternativas adotadas, ela mencionou o uso de canabidiol (CBD) para auxiliar no sono durante a transição.
Ela também explicou que conseguiu ficar sem o remédio durante as gestações, mas voltou ao uso após o período de amamentação. “Não sei o motivo, quer dizer, até sei, sei que é Deus, mas durante as minhas gestações eu consegui ficar sem. Mas assim que eu parei de amamentar, automaticamente eu voltei, porque eu não conseguia pregar o olho, principalmente por preocupação com as crianças, já que eu tenho 3 filhos. E agora eu comecei a fazer acompanhamento com a psiquiatra e a psicóloga, entre outras coisas”, contou.
Apesar dos desafios, Bárbara afirma que já conseguiu reduzir significativamente a dose, passando de um comprimido inteiro para apenas uma fração.
Ao compartilhar a experiência, ela disse que quer conscientizar outras pessoas sobre o uso prolongado do medicamento. “O meu vídeo aqui hoje é para as pessoas que tomam esse medicamento, para que procurem ajuda. Ele, a longo prazo, faz muito mal pra saúde. Alzheimer precoce, várias coisas. Então pesquisem, procurem um médico para que vocês sejam curadas assim como eu estou sendo, tá?”, alertou.
O clonazepam é um remédio com efeito calmante no sistema nervoso central, indicado para quadros como ansiedade, síndrome do pânico e distúrbios do sono, e deve ser utilizado apenas com prescrição médica e acompanhamento profissional.