Na quarta-feira (13), Carlos Bolsonaro expressou forte preocupação com o futuro nacional, declarando que “mais 4 anos de Lula é o fim definitivo do país”. O parlamentar aproveitou o espaço para disparar críticas contra indivíduos que classificou como “ególatras”.
Acompanhando o raciocínio do ex-presidente Jair Bolsonaro, Carlos sugeriu que existem figuras políticas “buscando holofote insistentemente”. Ele reforçou a necessidade estratégica de uma frente ampla e única da direita já no início do pleito, alertando que candidaturas fragmentadas revelam ambições individuais em detrimento do bem comum. Conforme escreveu: “Precisamos, além de vencer, fazê-lo no 1º turno. Qualquer movimento diferente disso demonstra não preocupação com o Brasil, mas apenas com projetos pessoais”.
Outro ponto de alarme levantado pelo vereador foi o impacto institucional de um novo mandato petista, que permitiria ao atual presidente selecionar mais quatro magistrados para a Suprema Corte. Em suas palavras: "Mais 4 anos de Lula é o fim definitivo do país, com sua linha de regime e mais 4 indicados ao STF".
As declarações surgiram logo após a publicação de novos dados da Genial/Quaest. O levantamento indica um equilíbrio acirrado entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em uma possível etapa final da eleição.
Os números atuais mostram:
Luiz Inácio Lula da Silva: 42% das intenções de voto.
Flávio Bolsonaro: 41% das intenções de voto.
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Esse quadro reflete um acirramento na disputa, já que, em aferições passadas, o filho mais velho de Jair Bolsonaro detinha uma vantagem numérica sobre o petista. Carlos finalizou sua mensagem reforçando que “Tem gente que continua buscando holofote insistentemente e já nem disfarça mais o que realmente considera prioridade para o país”.