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Marina Silva e Simone Tebet lideram disputa ao Senado por SP; votariam nelas?
As entrevistas ocorreram de forma direta com 1.640 cidadãos aptos a votar, espalhados por 82 localidades do território paulista, abrangendo o período de 18 a 20 de maio
21/05/2026 15h14
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Reprodução: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Novos dados do Instituto Paraná Pesquisas publicados nesta quinta-feira (21) indicam que as antigas ministras da gestão federal, Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB), despontam na vanguarda da disputa pelas vagas do Senado por São Paulo no pleito de outubro, que renovará duas cadeiras por federação.

O monitoramento marca o primeiro diagnóstico da entidade estatística logo após a consolidação do nome de André do Prado, atual chefe do Legislativo paulista, como opção do PL. A composição conta com o apoio do ex-parlamentar Eduardo Bolsonaro (PL), cotado para ocupar a vaga de suplência na chapa do deputado estadual, que desfruta da proximidade com Valdemar Costa Neto, comandante do partido liberal.

Os pesquisadores também testaram a viabilidade eleitoral dos congressistas federais Guilherme Derrite (PP), Ricardo Salles (Novo) e Paulinho da Força (Solidariedade), além de colher o desempenho de Márcio França (PSB), que já liderou a pasta do Empreendedorismo.

Duas situações com cartões de opções foram expostas aos votantes, alternando a representação socialista entre Tebet e França. Em ambas as simulações, os quadros historicamente ligados à base governista federal superam os concorrentes sintonizados com o espectro da oposição.

Primeiras Tendências Internas: Projeção dos Votos

Primeira Simulação (Contando com Simone Tebet)

Em um paralelo com a amostragem de semanas atrás, somente dois candidatos apresentaram evolução positiva: a atual ministra do PSB subiu de 32,9% para atingir os 34,3%, enquanto o indicado do PL avançou de 9,8% para consolidar 11,3%.

Os demais concorrentes oscilaram negativamente dentro do intervalo técnico tolerado: a líder da Rede passou de 37,8% para os atuais 36,6%; o ex-secretário de Segurança retraiu de 27,4% para 25,1%; o ex-ministro do Meio Ambiente foi de 19,2% para 18,7%; e o dirigente sindicalista recuou de 15,1% para 13,6%.

Segunda Simulação (Contando com Márcio França)

O diagnóstico também calculou quais concorrentes provocam maior aversão no eleitorado paulista, abrindo espaço para múltiplas escolhas por cidadão. Veja o panorama:

Metodologia da Amostragem:

As entrevistas ocorreram de forma direta com 1.640 cidadãos aptos a votar, espalhados por 82 localidades do território paulista, abrangendo o período de 18 a 20 de maio. A oscilação máxima permitida nos dados é de 2,5 pontos para cima ou para baixo, operando sob uma taxa de certeza estatística de 95%. O protocolo oficial foi devidamente protocolado na Justiça Eleitoral sob a identificação SP-02706/2026.