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Deolane reafirma inocência após ser presa e dispara: “A justiça vai ser feita”
Influenciadora falou rapidamente com jornalistas após audiência de custódia e segue presa preventivamente em São Paulo
21/05/2026 18h49
Por: Mateus Pereira Fonte: GZH
Foto: Leco Viana/The News 2/Estadão Conteúdo

Deolane Bezerra se pronunciou pela primeira vez após ser presa durante a operação que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. Ao deixar a sede da Polícia Civil de São Paulo para participar da audiência de custódia, a advogada foi abordada por jornalistas e respondeu rapidamente sobre a prisão.

A Justiça vai ser feita”, declarou a influenciadora. Segundo informações divulgadas pela imprensa, Deolane Bezerra permanece presa preventivamente na Penitenciária Feminina de Sant’Ana, na Zona Norte de São Paulo.

Durante o contato com os jornalistas, ela também reagiu ao ser questionada sobre as suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo o nome de Marcola. “Eu estava trabalhando”, afirmou.

▶️Presa, Deolane responde sobre acusação de lavar dinheiro para o Marcola: "tô trabalhando"

Ao ser presa e questionada por repórteres sobre suposta lavagem de dinheiro para o Marcola, Deolane Bezerra respondeu com apenas duas frases: "a justiça vai ser feita" e, ao ser… pic.twitter.com/YEtUjJsWyo

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A audiência de custódia teve como objetivo analisar possíveis irregularidades no cumprimento do mandado de prisão. Segundo informações divulgadas até o momento, nenhuma ilegalidade teria sido identificada pela Justiça durante o procedimento.

A investigação conduzida pelo Ministério Público e pela polícia aponta que a influenciadora teria recebido mais de R$ 1 milhão através de depósitos considerados suspeitos entre 2018 e 2021. Os investigadores afirmam que os valores teriam sido movimentados por meio da prática conhecida como “smurfing”, técnica usada para fracionar depósitos e dificultar rastreamento financeiro.

Além disso, a polícia sustenta que empresas ligadas à advogada também teriam recebido centenas de milhares de reais sem comprovação clara de prestação de serviços. A Justiça já determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 27 milhões em bens relacionados à influenciadora.

Segundo a apuração, o esquema investigado utilizaria empresas de fachada e movimentações financeiras complexas para dar aparência de legalidade a recursos supostamente ligados ao crime organizado.

As investigações ainda estão em andamento e o caso segue sem condenação definitiva. As defesas dos investigados afirmam que ainda estão analisando os autos e reforçam que todos terão direito à ampla defesa durante o processo.