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Pesquisa aponta que 91% dos brasileiros vão passar o Natal com a família
Tradição segue firme entre os brasileiros que preferem passar a data ao lado dos parentes
24/12/2024 19h36
Por: Karine - Redação
Reprodução/Instagram

A Brazil Panels, empresa de pesquisa de mercado e marketing full service, em parceria com a Conexão Vasques, realizou uma pesquisa de âmbito nacional para desvendar o perfil e comportamento dos consumidores durante as festas de fim de ano, precisamente o natal. O estudo visa compreender as motivações, tendências e hábitos que impulsionam as compras e celebrações natalinas no Brasil. As informações são do portal Varejo.

Os dados revelaram que 66,1% das pessoas planejam celebrar o Natal em casa. Outros 22,6% preferem estar na casa de parentes, enquanto 8,4% planejam viajar para outra cidade. As preferências variam por faixa etária. Jovens entre 18 e 25 anos, por exemplo, têm predominância em celebrações em casa, enquanto adultos de 26 a 42 anos demonstram maior mobilidade, com interesse em viagens e visitas a parentes.

Pessoas acima de 50 anos tendem a reunir-se na casa de familiares, priorizando a convivência familiar. Por classe social, observa-se que a Classe A apresenta maior mobilidade, com 21,4% planejando viagens, enquanto a Classe B prefere celebrações na casa de parentes (27,3%). As classes C e D/E demonstram maior permanência em casa, com 68,4% e 81,2%, respectivamente.

Segundo Claudio Vasques, CEO da Brazil Panels e da Conexão Vasques, “As escolhas de local de celebração refletem as condições socioeconômicas, evidenciando como os recursos financeiros influenciam os planos de fim de ano”.

NATAL TRADICIONAL E EM FAMILIA


Um dado expressivo: 91% (90,8%) dos respondentes indicaram passar o Natal com a família, reforçando a tradição e os valores de união e confraternização característicos da data. A troca de presentes também se destaca como prática comum para 68,7% dos brasileiros, com variações conforme a classe social.

Na Classe A, 94% trocam presentes, enquanto na Classe B esse número é de 79,6%, na Classe C é de 60,1% e nas Classes D/E, 52,2%. Vasques comenta que “as limitações financeiras impactam diretamente os hábitos de consumo, especialmente nas classes menos favorecidas”.