O parlamentar Nikolas Ferreira (PL-MG) definiu como uma “importante aproximação” o compromisso ocorrido dessa última terça-feira (26), entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o mandatário estadunidense, Donald Trump, nas dependências da Casa Branca.
Em publicação na rede social X, o congressista manifestou o desejo de ver membros de organizações criminosas enquadrados na categoria de terroristas. Esse pleito foi o eixo central do diálogo entre Flávio e Trump, conforme relatado anteriormente pelo senador, que busca que o governo dos EUA liste o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) sob tal nomenclatura.
Em contrapartida, a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) posiciona-se contrária a essa iniciativa, argumentando que o rótulo facilitaria indevidas intervenções externas em assuntos internos.
A reunião, documentada apenas por fotografias formais, não constava no cronograma oficial da Casa Branca. O senador carioca compareceu ao encontro planejado pelo irmão, Eduardo Bolsonaro (PL-SP), e pelo comunicador Paulo Figueiredo, sem que houvesse esclarecimento público sobre a articulação do evento.
Flávio indicou ainda a intenção de realizar outros contatos com membros da administração norte-americana, embora tenha omitido as identidades de seus interlocutores.
Pessoas ligadas ao grupo sugerem que estão agendados diálogos com figuras de relevância no Departamento de Estado. Contudo, o secretário de Estado, Marco Rubio, encontra-se ausente do país; segundo seus compromissos oficiais, ele está em missão na Índia.
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