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Prisão de Deolane pode acelerar ação judicial movida por delegado da Operação Integration
Influenciadora responde processo por danos morais após acusar policial de “abuso de autoridade” e “prisão ilegal”
29/05/2026 08h31
Por: Rahabe Gabriela
Prisão de Deolane pode acelerar ação judicial movida por delegado da Operação Integration / Instagram

A influenciadora Deolane Bezerra pode enfrentar um novo desdobramento judicial após sua recente prisão. Segundo informações divulgadas pela coluna de Fábia Oliveira, uma ação movida pelo delegado Paulo Gondim ganhou novos capítulos nos últimos dias e pode avançar justamente por causa do atual período de cárcere da advogada e empresária.

O processo foi aberto em março deste ano e tem ligação direta com a Operação Integration, investigação que apurava um suposto esquema envolvendo jogos de azar, fraudes financeiras e lavagem de dinheiro. Na época, Deolane chegou a ter a prisão preventiva decretada durante as investigações conduzidas pela Polícia Civil de Pernambuco.

De acordo com a publicação, o delegado decidiu acionar a Justiça depois que a influenciadora afirmou publicamente que teria sido vítima de “abuso de autoridade” e de uma “prisão criminosa e ilegal”. O policial considera as declarações ofensivas e pede indenização de R$ 81 mil por danos morais.

Delegado pede citação de Deolane dentro de penitenciária

Ainda conforme revelado pela coluna, o delegado se manifestou no processo na última segunda-feira (25) solicitando que Deolane seja oficialmente citada no novo endereço informado pelas autoridades: a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista.

Segundo ele, uma primeira tentativa de localizar a influenciadora não teve sucesso. Agora, a defesa do policial sustenta que existem precedentes jurídicos que permitem a realização da citação mesmo durante o período de prisão.

Nova prisão aconteceu em investigação ligada ao PCC

Deolane Bezerra foi presa no último dia 21 de maio em Alphaville, na Grande São Paulo, durante uma operação conduzida pelo Ministério Público de São Paulo e pela Polícia Civil. A investigação apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro relacionado ao Primeiro Comando da Capital, conhecido como PCC.