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STF, PIX e mais: entenda as críticas dos EUA para tarifa de 25% em produtos brasileiros
O chanceler Mauro Vieira argumenta que questões como decisões do Judiciário e políticas de pagamento digitais são temas soberanos de política interna, não configurando fundamentos válidos para sanções sob a “Seção 301”
03/07/2026 11h14
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Reprodução: REUTERS/Elizabeth Frantz

O governo brasileiro formalizou uma extensa resposta de 29 páginas ao Escritório de Representação Comercial dos Estados Unidos (USTR), contestando as alegações de Washington sobre supostas práticas comerciais desleais que motivaram ameaças de tarifas adicionais de 25%. O chanceler Mauro Vieira argumenta que questões como decisões do Judiciário e políticas de pagamento digitais são temas soberanos de política interna, não configurando fundamentos válidos para sanções sob a "Seção 301".

Abaixo, os pontos de divergência entre a perspectiva norte-americana e a defesa brasileira:

O embate sobre pagamentos e redes sociais

Disputas comerciais e ambientais

Em suma, a defesa nacional reitera que os EUA possuem um sólido superávit na relação comercial com o Brasil e que a imposição de barreiras baseadas em interpretações de política interna seria um erro que prejudicaria, primordialmente, as próprias multinacionais americanas estabelecidas em solo brasileiro.