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Pré-campanha de Flávio nega acordo com Republicanos para garantir vaga no STF
O documento, subscrito pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), que lidera a estruturação da pré-candidatura, refuta categoricamente o conteúdo das especulações
13/07/2026 11h48
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos Fonte: Gazeta do Povo
Reprodução: Beto Barata/ PL

A cúpula responsável pela pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) emitiu um posicionamento oficial nesse último domingo (12), rechaçando veementemente a existência de acordos que atrelariam o apoio do Republicanos à candidatura do parlamentar à ocupação de um assento na Suprema Corte pelo presidente do partido, o deputado Marcos Pereira. As informações são da Gazeta do Povo.

O documento, subscrito pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), que lidera a estruturação da pré-candidatura, refuta categoricamente o conteúdo das especulações. O grupo define tais alegações como sendo “absolutamente falsa” e garante que esse assunto “jamais foi objeto de qualquer conversa ou negociação”.

A nota reforça que o diálogo em prol de um possível projeto presidencial de Flávio Bolsonaro repousa sobre a afinidade de valores e a sintonia de agendas. Segundo os articuladores, a construção de parcerias pauta-se na convergência, e “nunca em troca de cargos, favores ou indicações para qualquer Poder da República”.

Coalizão e diretrizes para 2026

A coordenação expressou abertura para uma cooperação entre PL e Republicanos em disputas regionais ao longo das eleições de 2026, reiterando que o partido é um aliado desejável na composição de uma frente nacional. Conforme o texto, a união pretendida fundamenta-se em metas como o combate à criminalidade, o combate à pobreza, a salvaguarda das garantias individuais, a preservação do regime democrático e o encerramento do que a legenda classifica como “perseguição política”.

Este movimento de esclarecimento acontece em um cenário de intensas costuras políticas para consolidar a pré-candidatura de Flávio, nome frequentemente citado por Jair Bolsonaro como seu “porta-voz” e a “melhor opção” para representar o campo conservador na sucessão presidencial.