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Documentário de Preta Gil foi um pedido da própria artista, revela diretora
Batizado de “Preta – Eu Não Ando Só”, o documentário foi estruturado com base em imagens captadas durante o período em que ela enfrentou o tratamento
17/07/2026 11h04
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos Fonte: Revista Quem
Reprodução: Redes Sociais

Passado um ano do falecimento de Preta Gil, a trajetória da artista será eternizada em uma obra cinematográfica que celebra sua memória. A cantora nos deixou em 20 de julho de 2025, aos 50 anos, vítima de agravamentos causados por um tumor intestinal. Segundo Mônica Almeida, diretora artística da produção, a iniciativa nasceu por sugestão da própria cantora.

Batizado de “Preta – Eu Não Ando Só”, o documentário foi estruturado com base em imagens captadas durante o período em que ela enfrentou o tratamento. Em entrevista à revista Quem, Mônica detalhou o conceito: “Ela me chamou para conversar em 2023. A vontade era fazer um filme mais íntimo, filmado pelos amigos. Ela queria se filmar, queria que fosse de verdade, original como ela. A gente acompanhou todo esse processo, o filme foi mudando ao longo do tempo, se desenhando conforme o caminho da Preta”.

Sandra Kogut, que assina a direção do projeto, ressaltou a natureza da narrativa: “O filme coloca a gente muito perto da Preta, na intimidade, e ao mesmo tempo dá a dimensão de quem ela foi. Apesar da doença, tudo na Preta era sobre a vida, a pulsão gigante da vida. Então é um filme que abraça isso, a alegria, a gargalhada, a vontade de viver. E, ao mesmo tempo, ela tinha essa vontade de se mostrar para o mundo de peito aberto. O filme mostra também as dores e as lágrimas”.

A equipe técnica do documentário reúne nomes como Mônica Almeida (direção artística), Sandra Kogut (direção), Renato Terra (roteirista), Fernanda Neves (produção executiva) e Elaine Sá (produção). O lançamento está agendado para o próximo dia 20, coincidindo com o primeiro aniversário de partida da estrela.