Ao divulgar o fim de seu casamento, Mariana Maffeis lamentou a acomodação do ex-marido, Badarik González, diante do estilo de vida provido por ela, interpretando o fato como um "carma na vida" recorrente em sua trajetória. O instrutor de ioga rebateu acusações de dependência financeira:
"Falam que eu nunca botei um real nas contas. Quem diz isso, precisa ver quantos reais eu colocava. O pouco dinheiro que chega na minha mão eu sempre dividi com a família. Quantas vezes não fiquei sem dinheiro para comprar uma calça, porque comprei algo para meus filhos, um sorvete para Varuna. Meu dinheiro não é muito, mas é honrado", declarou Badarik em uma live ao vivo.
Em outro vídeo, o colombiano enfatizou sua dedicação profissional: "Sempre trabalhei e sempre procurarei um trabalho digno. Muitas vezes fui o primeiro a acordar e o último a dormir", completando que "Ninguém consegue viver sem um pouco de esforço, de trabalhar".
Frequentemente cobrada na internet por sua conduta financeira, a herdeira de Ana Maria Braga já havia rebatido críticas:
"'Ah, se tudo der errado você tem para onde correr'. É o tipo de pensamento que eu encontro na minha trajetória. É uma grande ilusão (...). 'Ah, ela obriga os filhos a viverem de maneira x, y, z'. Primeiro, venham conhecer. Talvez faça coisas diferentes do padrão. Mas o padrão, às vezes, é comprado, vendido, uma ideia abstrata (...). A gente mora em um casarão. Pode dizer que minha mãe deu. Mas não tem isso. Meu dinheiro é meu. Como sempre ouvi da minha mãe, eu sempre colaborei com a empresa da qual sou sócia e sigo. Quero viver a vida que vivo, se vai conseguir fazer o corre que eu faço", expressou Mariana.
No passado, Badarik também já tinha abordado o auxílio familiar: "Simplicidade tem a ver com esforço, com dedicação. A simplicidade vai se manifestar, sou muito grato pelo que minha sogra dá para nós".
O rompimento do casal, pais de duas crianças, ocorreu há dois meses motivado por falhas de comunicação e "situações" externas:
"A mulher madura, ela quer sossego, mas ela não encontra sossego e ela finge que acredita ainda que vai encontrar, na verdade, ela quase que acredita. Mas aí cada vez mais o sossego fica mais distante. Os momentos bons foram ficando raros. Um relacionamento, quando perde totalmente o diálogo, não sei se ele chegou a ter, mas é difícil para nós mulheres continuarmos nos aventurando numa terra inóspita", desabafou a apresentadora.
Mariana obteve uma ordem judicial de restrição, limitando o contato apenas aos advogados. Ela mencionou que "Se apresentaram também situações fora da minha casa. Eu, infelizmente, tive que ouvir mais de 10, 15 relatos de coisas, enfim...".
Sobre tais alegações, Badarik defendeu-se emotivo pelo afastamento dos filhos: "Disseram que aprontei com outras pessoas, fui violento, corri atrás delas com uma faca... (Mariana ouviu) de pessoas que ela não conhece", desabafou. "O que estão dizendo para eles? Não estou na Colômbia, estou no Brasil. Meus filhos têm direito a um pai. Medida protetiva é algo delicado. Por que não me investigam, então? Não escutaram minha versão (...) Sempre fui um pai presente. Nunca bati nos meus filhos".
Ele recusou-se a assinar a separação legal: "Não consegui conciliação. Não quero atacar ninguém, amo minha esposa, se é que posso falar assim... Eu não assinei o divórcio porque não posso assinar um documento com o que está escrito. Não sou criminoso, não vou cair nessa pegadinha, não tenho antecedentes em nenhum lugar no mundo (...). Não vou ficar de brincadeira com as leis".
González revelou ainda ter sido preso temporariamente e solto via auxílio diplomático: "Fiquei preso, e não saí por fiança. O consulado da Colômbia que me soltou. Podem procurar, não tenho antecedentes criminais em nenhum lugar do mundo. O processo tem 66 folhas, nem consegui ler por completo minhas acusações. Não aguento", lamentou, finalizando que "Tem dois meses que as investigações não andam, porque essas acusações são inventadas".