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Sem alianças, Zema pode ter chapa “puro-sangue” para disputar à Presidência
Nos bastidores, dois quadros ganham força para a composição: o parlamentar cearense Eduardo Girão (Novo-CE) e o cientista político paulista Luiz Felipe D'Ávila (Novo-SP), que liderou a postulação presidencial da sigla no pleito de 2022
29/07/2026 16h14 Atualizada há 4 semanas
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos Fonte: Valor
Reprodução: Fotografia MPF

O Partido Novo estuda repetir a estratégia de apresentar uma chapa exclusiva "puro sangue" para a disputa da Presidência da República. Enfrentando dificuldades para firmar alianças com demais agremiações, a liderança partidária analisa nomes internos para compor a vaga de vice ao lado do ex-governador Romeu Zema (Novo). As informações são do Valor Econômico.

Nos bastidores, dois quadros ganham força para a composição: o parlamentar cearense Eduardo Girão (Novo-CE) e o cientista político paulista Luiz Felipe D'Ávila (Novo-SP), que liderou a postulação presidencial da sigla no pleito de 2022.

A confirmação da candidatura de Zema ao Palácio do Planalto ocorreu na última segunda-feira (27), ocasião em que o grupo reforçou a busca por acordos políticos com outros partidos. O estabelecimento de parcerias é crucial para expandir o espaço na grade de transmissão partidária no rádio e na televisão.

A legenda Podemos chegou a alinhar negociações, porém recuou quanto a lançar um vice-presidente e tende a adotar uma postura de neutralidade na corrida presidencial. Na convenção nacional promovida na capital federal, Zema acenou com o interesse em chamar o ex-magistrado da Suprema Corte Joaquim Barbosa (DC) para integrar a chapa. O dirigente do DC, João Caldas, ponderou que a definição final dependerá do próprio ex-ministro.

De acordo com o pré-candidato mineiro, as tratativas sobre o parceiro de chapa continuarão sendo debatidas até 5 de agosto, sendo prazo final estipulado pela legislação eleitoral para o registro dos vices.