Notícias Política
Idosos baixa renda terão subsídio do governo em plano de Flávio Bolsonaro
Dentro dessas diretrizes, o congressista reservou uma seção dedicada a ações para a população da mais velha, englobando promessas para a preservação física, assistência médica, suporte domiciliar aos idosos e combate aos golpes em repasses previdenciários
13/08/2026 14h31
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos Fonte: Metrópoles
Reprodução: Frederico Brasil/Thenews2/Folhapress

O plano de governo do parlamentar Flávio Bolsonaro (PL) será publicado nesta quinta-feira (13), mesma data em que a postulação ao Palácio do Planalto será formalizada junto à Justiça Eleitoral. O plano, apurado pela coluna Igor Gadelha, adota o slogan central “Para o Brasil Vencer o Atraso” e terá seus detalhes transmitidos pelo próprio congressista em uma exibição ao vivo na internet na noite de quinta.

Conforme interlocutores do comitê eleitoral, o documento encontra-se estruturado em eixos temáticos cujos títulos fazem menção direta ao país. Integram essa divisão os seguintes blocos:

Medidas voltadas para a terceira idade

Dentro dessas diretrizes, o congressista reservou uma seção dedicada a ações para a população da mais velha, englobando promessas para a preservação física, assistência médica, suporte domiciliar aos idosos e combate aos golpes em repasses previdenciários.

O candidato prevê, por exemplo, um auxílio financeiro para que lares de baixa renda realizem reformas de acessibilidade, reduzindo a incidência de acidentes domésticos. Sob a nomenclatura “Casa Segura para Envelhecer”, o projeto visa também expandir a oferta de abrigos de acolhimento especializado para ocasiões em que a rede familiar não consiga suprir as demandas do idoso.

Ademais, a proposta sugere a criação de uma ferramenta digital de monitoramento e integração voltada aos idosos que moram sós, projetada para reconhecer momentos de risco e acionar parentes ou equipes de resgate.

Inovações na Previdência e saúde pública

No campo previdenciário, Flávio projeta a migração digital dos procedimentos do INSS, a implementação de um cerco rígido a estelionatários, a interrupção de deduções indevidas nos pagamentos e a blindagem das operações de empréstimo consignado.

No mercado de trabalho e na saúde pública, o plano defende incentivos à contratação de profissionais acima dos 50 anos, além de um sistema integrado de saúde com telemedicina, diagnósticos precoces, histórico médico digital unificado e a utilização da capacidade ociosa de clínicas particulares.

“Quem trabalhou a vida inteira merece respeito, atendimento e proteção. O aposentado não pode ser presa de golpista, o idoso não pode enfrentar uma maratona para conseguir consulta e a família não pode ficar sozinha no cuidado de quem envelhece”, diz Flávio.