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Psicóloga que atacou filha de Justus desaparece e não é localizada pela Justiça
A ação cível tramita perante o Poder Judiciário de São Paulo, tendo o empresário, a influenciadora e a criança como polos ativos na busca por compensação financeira por danos morais, motivados pelas declarações publicadas na internet
26/08/2026 09h29
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos Fonte: O Dia
Reprodução: Redes Sociais

A disputa legal movida por Roberto Justus, Ana Paula Siebert e sua filha, Vicky, registrou um novo desdobramento nos tribunais paulistas. Conforme apuração exclusiva da coluna Daniel Nascimento, a psicóloga, Aline Alves de Lima, alvo do processo devido às postagens com ataques virtuais direcionados à menina de 6 anos, permanece com paradeiro incerto e não foi encontrada pelos oficiais.

A ação cível tramita perante o Poder Judiciário de São Paulo, tendo o empresário, a influenciadora e a criança como polos ativos na busca por compensação financeira por danos morais, motivados pelas declarações publicadas na internet. Documentos anexados aos autos revelam que a diligência destinada a intimar Aline resultou infrutífera. Em decorrência disso, o tribunal concedeu aos autores o prazo de 30 dias (ou quinze, conforme o trâmite padrão) para se pronunciarem sobre o ocorrido.

Na prática, embora a família busque responsabilizar judicialmente a ré, a citação formal, uma etapa obrigatória para que a citada tome conhecimento da acusação e possa constituir defesa, segue pendente. O andamento do litígio agora depende da manifestação da família Justus frente à frustração na localização da demandada.

A origem do conflito

A ofensiva jurídica capitaneada por Roberto Justus e Ana Paula Siebert foi instaurada contra o professor universitário, Marcos Dantas (ligado à UFRJ), e da psicóloga Aline Alves de Lima, após comentários de cunho violento publicados a respeito da pequena Vicky.

Tudo se iniciou quando o registro fotográfico da herdeira ostentando um acessório de grife avaliado em R$ 14 mil recebeu uma mensagem atribuída ao professor, que teria redigido a frase "só a guilhotina". Logo em seguida, a psicóloga teria endossado a fala com a declaração "Tem que matar mesmo".

Considerando as declarações graves e ameaçadoras, os representantes legais do casal ajuizaram ações pleiteando o pagamento total de R$ 600 mil em reparações morais (sendo R$ 300 mil cobrados de cada um dos réus, rateados igualmente entre Roberto, Ana Paula e Vicky). Embora Marcos Dantas tenha divulgado um pedido de desculpas no período, os advogados de Justus puseram em dúvida a legitimidade do arrependimento, apontando que ele teria tentado se vitimizar. Paralelamente, no tocante à demanda contra Aline, a defesa reiterou que as manifestações a ela imputadas violam preceitos legais e legitimam a condenação por danos morais.