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Após cancelamento de shows, Tati Quebra Barraco é acionada na Justiça
O litígio decorre da anulação de duas apresentações que a artista realizaria no Canadá, especificamente nas cidades de Montreal e Toronto, agendadas para meados de maio (dias 16 e 17)
27/08/2026 09h24
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos Fonte: O Globo
Reprodução: Redes Sociais

Tati Quebra Barraco virou alvo de uma ação judicial movida pela Showzaço Produções Artísticas. O litígio decorre da anulação de duas apresentações que a artista realizaria no Canadá, especificamente nas cidades de Montreal e Toronto, agendadas para meados de maio (dias 16 e 17). Formalizado em março, o acordo estipulava remuneração de R$ 30 mil, sendo que a contratante efetuou o depósito antecipado de metade dessa quantia, além de arcar com custos operacionais, passagens aéreas e logísticas da turnê. As informações são do jornal O Globo.

O imbróglio começou a se desenhar quando a equipe da cantora comunicou que o visto canadense de um dos DJs havia sido invalidado. Conforme os autos, a produtora alega ter recebido garantias prévias de que eventuais percalços burocráticos seriam contornados mediante a troca de membros do grupo. Contudo, após o repasse financeiro, a postura da gestão da famosa teria se alterado, impondo a exigência intransigente da presença do trio original.

Diante do beco sem saída, a empresa afirma ter buscado alternativas pacíficas, propondo tanto a troca do profissional quanto o reagendamento da turnê. Ambas as tratativas foram rejeitadas pela equipe da funkeira.

Cobrança e Valores em Disputa

Com o fracasso das negociações e a consequente queda das apresentações, a companhia exigiu a restituição dos R$ 15 mil repassados antecipadamente, mas não obteve sucesso. O processo aponta que, em resposta a uma notificação extrajudicial, os representantes da artista bateram o pé e asseguraram que nenhum centavo seria devolvido.

Por fim, a promotora do processo requer na Justiça o montante de R$ 24 mil a título de prejuízos materiais (abrangendo a quantia adiantada somada a uma penalidade contratual de 30%), acrescidos de R$ 40 mil por danos morais. O valor total da causa atinge a cifra de R$ 64 mil.