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Jogador do Vasco é alvo de buscas por tráfico de armas e drogas
David Corrêa, o DVD, teve a casa e o CT do clube incluídos entre os endereços investigados pela Operação A Tropa, que também mira outros atletas
31/08/2026 14h42 Atualizada há 2 horas
Por: Mateus Pereira Fonte: g1
Foto: Matheus Lima/Vasco

O atacante David Corrêa, conhecido como DVD, do Vasco da Gama, foi alvo de mandados de busca e apreensão nesta segunda-feira (31), durante a Operação A Tropa. Segundo informações do g1, a ação investiga suspeitas relacionadas ao tráfico interestadual de drogas e armas e à lavagem de dinheiro.

No Rio de Janeiro, agentes da 14ª DP (Leblon) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) cumpriram três mandados. Entre os locais vistoriados estavam a casa do jogador, na Barra da Tijuca, e o centro de treinamento do Vasco, em Jacarepaguá.

David foi ao CT em seu próprio carro para acompanhar as diligências. O veículo tem placa iniciada pelas letras “DVD”, apelido pelo qual o atacante é conhecido. Na saída do local, ele preferiu não falar com a imprensa. Em nota, o Vasco informou que “está colaborando com as autoridades e aguarda a conclusão das investigações”.

Outros jogadores também são investigados

A operação também teve como alvo Hayner William Monjardim Cordeiro, de 30 anos, jogador do Vila Nova, em Goiás. Ao todo, as equipes saíram para cumprir quatro mandados de prisão temporária e 15 de busca e apreensão em municípios do Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás e no Distrito Federal.

Segundo o g1, houve ainda uma correção em relação a uma informação divulgada inicialmente pela manhã. O site havia informado que Renyer Oliveira, do Azuriz, teria sido preso, mas corrigiu a informação às 11h45 e esclareceu que o jogador envolvido na operação é Hayner, do Vila Nova.

As investigações conduzidas pela Polícia Civil do Espírito Santo também apuram possíveis ligações de outros jogadores profissionais e empresários com o grupo criminoso. A operação mobilizou aproximadamente 100 policiais civis, mais de 38 viaturas e dois helicópteros.

De acordo com as autoridades, o nome “A Tropa” faz referência à maneira como os próprios investigados se identificavam ao falar sobre o grupo. A ação foi realizada de forma conjunta entre polícias civis de diferentes estados para cumprir as determinações judiciais e avançar nas apurações sobre a atuação interestadual da organização.