O desentendimento público entre Luana Piovani e Pedro Scooby a respeito dos herdeiros migrou dos perfis digitais do antigo casal para uma campanha oficial. A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio de sua Secretaria Municipal de Saúde, utilizou o burburinho em torno da disputa familiar para engajar o público na prevenção contra os parasitas, lançando mão da brincadeira “Não deixe o piolho surfar essa onda!” para educar a população.
Aproveitando o alcance do tema, o órgão público divulgou diretrizes educativas sobre piolhos, detalhando que o micro-organismo habita a região capilar humana e fixa seus ovos (lêndeas) diretamente na extensão dos fios. A postagem desmistificou mitos de propagação e destacou: “A transmissão ocorre principalmente por contato direto com a cabeça ou cabelo de uma pessoa infestada, mas também pelo compartilhamento de objetos pessoais. O piolho não pula nem voa, ele se desloca caminhando de um fio de cabelo para outro”.
Entre as medidas de prevenção sugeridas constam a inspeção periódica do coro cabeludo, com foco especial na infância escolar, e parar de dividir artigos de uso íntimo. A pasta aconselhou ainda a higienização constante de roupas de cama e banho, além de sugerir o rastreio capilar caso haja surtos em ambientes educacionais ou no núcleo doméstico, indicando a busca por Clínicas da Família ou Centros Municipais de Saúde caso o problema seja diagnosticado.
Origem do desentendimento
A treta começou quando a artista declarou que os herdeiros teriam retornado de um período com o genitor portando parasitas capilares. O atleta retrucou, apontando que a filha Liz teria trazido as lêndeas desde Portugal. Reclamando da exposição pública e cobrando diálogo privado, Scooby alfinetou: “Pô, Luana querida, você insiste em não resolver comigo pelo WhatsApp e falar pela internet, então vamos lá. Vou te responder de novo porque eu tô vindo aqui trabalhar, mas vamos lá”.
Na sequência, o ex-brother detalhou a cronologia da viagem baiana e defendeu seus familiares: “O piolho, ele nasce da lêndea, né? E como a Aurora não estava com piolho, o Dom não estava com piolho, eu nem a Cíntia estávamos com piolho, quem trouxe essa lêndea de Portugal foi a Liz. E eu, agora vendo as datas, realmente não foi no dia que ela chegou. Foi três dias depois que ela chegou que a gente foi pra Bahia, e foi logo no dia que a gente chegou na Bahia. Não foi… Ou seja, não foi uma semana depois, foram três dias depois”.
Enquanto Piovani sustentava ter conversado com Cíntia Dicker, que supostamente teria validado a tese de contágio nacional, o surfista refutou a narrativa e criticou a lavagem de roupa suja na web: “Mas se você tivesse mandado mensagem no WhatsApp, eu iria te responder. Eu só tô te respondendo aqui porque tem uma hora que a gente cansa de ficar falando mentira na internet e as pessoas acreditando no que é falado na internet.”