José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, revelou uma curiosidade dos bastidores do “Xou da Xuxa” em 1987. Em publicação nas redes sociais nesta quinta-feira (3), o ex-vice-presidente de operações da Globo contou que a quantidade de cartas enviadas pelos fãs da apresentadora surpreendeu até a equipe da emissora.
O volume de correspondências foi tão grande que Boni precisou providenciar um espaço específico para armazenar o material. Segundo ele, foi necessário alugar um galpão equipado com empilhadeira, prateleiras e uma equipe de 12 funcionários encarregada de organizar as cartas.
“A quantidade foi tão grande que eu tive que alugar um galpão. Mas não um galpãozinho… Um galpão com empilhadeira, com prateleiras, 12 funcionários pra cuidar das cartas… Uma coisa brutal!”, relatou.
Com o passar do tempo, surgiu a necessidade de encontrar um destino para todas aquelas correspondências. A ideia inicial, segundo Boni, era transportar o material para outro local e queimá-lo.
O ex-executivo, porém, apresentou uma alternativa que permitia transformar as cartas em recursos para uma ação social. “Vamos pesar isso aí e vender como papel reciclável e aproveitar esse dinheiro e doar para as crianças de alguma entidade que a Xuxa escolhesse”, contou.
A sugestão acabou sendo colocada em prática. As toneladas de cartas foram vendidas como papel reciclável, e o dinheiro arrecadado foi destinado à doação para crianças de uma entidade escolhida por Xuxa.
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