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Quem ganha? Tarcísio tem 42% contra 27% de Haddad na disputa pelo governo de SP
O instituto ouviu 1.800 cidadãos com idade igual ou superior a 16 anos no período entre 4 e 7 de setembro
09/09/2026 09h35
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Reprodução: Imagem criada utilizando o ChatGPT com fotos de Larissa Navarro/Alesp e Diogo Zacarias/Ministério da Fazenda

O chefe do Executivo paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera o pleito para a sucessão estadual com 42% da preferência do eleitorado, superando os 27% atribuídos a Fernando Haddad (PT), conforme levantamento do instituto Quaest publicado nessa última terça-feira (8). Os percentuais refletem um panorama simulado de primeiro turno, modalidade na qual a cartela com os postulantes é apresentada aos participantes.

No levantamento precedente, veiculado em 25 de agosto, o atual mandatário registrava 40%, enquanto o representante petista mantinha os mesmos 27%. Candidatos como Carlos Machado (PCB), Izadora Dias (PCO), Policial Edjane (Agir) e Vera Lúcia (PSTU) alcançaram 1% individualmente, ao passo que Vivian Mendes (UP) permaneceu sem registro de pontuação. O grupo de eleitores indecisos totaliza 14%, e aqueles que pretendem anular o sufrágio, votar em branco ou abster-se somam 13%.

O instituto ouviu 1.800 cidadãos com idade igual ou superior a 16 anos no período entre 4 e 7 de setembro. O índice de confiança alcança 95%, com margem de erro estimada em dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O registro oficial na Justiça Eleitoral consta sob o protocolo SP-00959/2026, com financiamento oriundo do grupo Globo.

O avanço de dois pontos percentuais computado pelo atual governador decorre da ampliação de sua base junto ao eleitorado autônomo. Nesse segmento, o índice saltou de 27% para 34%, considerando uma margem de erro de três pontos. Em contrapartida, o cenário apresentou recuo para o candidato do PT no mesmo extrato, oscilando de 24% para 17% entre os eleitores independentes.

No recorte ideológico, Tarcísio retém 12% da simpatia entre eleitores que se autodeclaram apoiadores de Lula, ao passo que Haddad pontua com 5% entre a base bolsonarista, com margem de erro estipulada em seis pontos.