Durante compromissos de campanha nessa última segunda-feira (21), o postulante ao Planalto pelo Avante, Augusto Cury, direcionou novas críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao abordar a transferência de renda, o aspirante à presidência taxou a iniciativa federal de simples “renda mínima” e propôs uma expansão superior no repasse financeiro.
“O Lula ama o cargo, não os pobres”, declarou. A manifestação ocorreu horas depois de a gestão petista oficializar um reajuste de 15% no subsídio, elevando o patamar base de R$ 600 para R$ 691 e a média geral para R$ 777.
Embora ressalve a importância de preservar a assistência, o psiquiatra ponderou que a medida precisa vir associada a estratégias que garantam independência financeira aos lares contemplados, opiniões externadas durante um evento com criadores de conteúdo digital no período vespertino.
Na mesma ocasião, o político também apontou suas críticas em direção ao Flávio Bolsonaro (PL), rechaçando o divisionismo partidário e as rivalidades ideológicas que marcam o cenário nacional.
“Essas duas famílias mentiram para a nação. Essa indústria do ódio destruiu a nação. Essa guerra de egos, de partido”, afirmou Cury durante agenda de campanha.
O discurso ainda atacou o que classificou como um sistema enraizado de desvios, enquanto delineava propostas voltadas à inovação, fomento à juventude, robótica e facilitação de crédito para micro e médios negócios.