
Monique Evans retornou às plataformas digitais na segunda-feira (21) a fim de desmentir controvérsias geradas por suas falas a respeito de seu pioneirismo no Carnaval. Após receber reprovações por reivindicar o posto inaugural de madrinha de bateria, posição que distingue de soberanas de agremiação, conferindo tal primazia a Eloína dos Leopardos, a polêmica tomou fôlego no domingo (20), ocasião em que a cantora Anitta foi coroada na Acadêmicos do Grande Rio com a participação presencial de Eloína.
Através de uma postagem na rede social X, a famosa justificou-se:
“Eu fui a primeira madrinha de bateria. Madrinha eram as passistas das comunidades. Depois de mim vieram Luiza [Brunet] e Luma [de Oliveira]. Pesquisem.”
Diante das interpretações de que estaria diminuindo o legado alheio, a famosa recorreu aos stories para detalhar o mal-entendidos:
“Acordei com a mídia falando um monte de coisa. Eu nunca disse que fui rainha de bateria. Eu fui madrinha, um posto que inventaram para me colocar lá. Sempre teve uma pessoa que sambava muito mais do que eu. Eu era uma convidada”, explicou em suas redes sociais.
Enfatizando total respeito à predecessora da Beija-Flor nos anos de 1976, 1977 e 1978, a ex-modelo concluiu:
“Adoro ela, nunca iria contestar isso. A primeira é ela. Ela arrasou. Ela é maravilhosa, uma pessoa incrível. Só disse que fui a primeira madrinha. Esse pessoal não tem o que falar, inventam história. Só isso que tenho a dizer. Não quero aparecer. Quero ficar quieta na minha. Não estou questionando nada”.