Renner quebra o silêncio após desaparecimento do helicóptero com Rick

As buscas concentram-se principalmente nas imediações de Urubici, mapeando trechos variados para desvendar o paradeiro dos tripulantes

22/09/2026 às 11h53
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
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Reprodução: Redes Sociais
Reprodução: Redes Sociais

O cantor Renner Reis, parceiro de Rick Sollo na famosa dupla sertaneja Rick & Renner, manifestou-se na noite da última segunda-feira (21) a respeito do sumiço do colega de palco. O artista figura na lista de passageiros do helicóptero que perdeu contato durante um trajeto em Santa Catarina, tendo decolado de Porto Belo rumo a São Joaquim, na Serra catarinense. Desde a perda de sinal, socorristas operam incansavelmente para achar o transporte e elucidar o episódio.

As buscas concentram-se principalmente nas imediações de Urubici, mapeando trechos variados para desvendar o paradeiro dos tripulantes. Por meio das redes sociais, Renner expressou sua aflição:

“Neste momento de angústia e incerteza, nos unimos em pensamentos positivos e orações para busca do helicóptero que estava transportando o Rick. Que as equipes de busca tenham força, sabedoria e que boas notícias cheguem o quanto antes. Vamos manter a fé e a esperança. Que Deus proteja o Rick e todos os envolvidos. Pedimos a todos que se juntem em oração neste momento”.

Reprodução: Redes Sociais

Sumidouro aéreo e mobilização oficial

Além do músico, o helicóptero de modelo Bell 430 de prefixo PP-MGR transportava o empresário Bruno Avelar, um cinegrafista da equipe e o comandante da viagem. A partida ocorreu por volta das 10h de ontem (21), mas o corte de contato deu-se após as 13h, intervalo marcado por complicações climáticas severas, como temporais e ventanias.

A aeronave pertence à JTA Empreendimentos e Urbanismo, de propriedade de José Antunes Jr. (sócio do projeto Ecossistema Neymar Jr.), que esclareceu ter emprestado o veículo aos amigos íntimos Rick e Bruno, apelando por serenidade na propagação de dados não checados. Entre as hipóteses avaliadas pelos bombeiros e pela Força Aérea Brasileira (FAB), que atua com um helicóptero H-60 Black Hawk e um avião SC-105 Amazonas, está a de um pouso forçado.

As diligências dividem-se em dois quadrantes separados por cerca de 30 quilômetros: um apontado como potencial local de queda e o outro baseado na última emissão de sinal de celular de um dos ocupantes, cujo rastreio e interferência climática (chuva, granizo e ventos fortes) continuam sob rigorosa análise técnica.

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