Caso Isabelle Caracristi ganha novos depoimentos e perícia aponta detalhe sobre a queda

Mãe, irmão e pessoas próximas de João Munhoz foram à delegacia enquanto investigação sobre a morte da estudante continua

24/09/2026 às 16h40
Por: Mateus Pereira Fonte: Diário do Nordeste
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Foto: redes sociais
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A investigação sobre a morte da estudante universitária Isabelle Caracristi teve novos depoimentos nesta quinta-feira (24). Segundo o Diário do Nordeste, diversos depoimentos estavam programados para acontecer no 2º Distrito Policial, na Aldeota. Por volta das 11h, Sara Regina Alexandre Munhoz, mãe de João Munhoz Neto, chegou à delegacia para ser ouvida pelas autoridades.

A mãe de João compareceu ao local desacompanhada e não quis falar com a imprensa. O Diário do Nordeste informou ainda que os celulares de João e de Sara foram apreendidos e passam por perícia. O irmão de João, a namorada dele, amigos do bacharel de Direito e uma amiga da vítima também estavam na delegacia.

Pelo menos 15 depoimentos já haviam sido colhidos ao longo da semana. O material também informa que Sara Regina Alexandre Munhoz foi exonerada de um cargo de comissão na Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização, em decisão publicada no Diário Oficial do Estado na terça-feira (22). Ela continua como servidora pública e estava de licença médica desde 10 de agosto.

Durante as investigações, Sara também foi localizada pela Polícia Civil do Estado do Ceará no último domingo (20), na Praia de Cumbuco, em Caucaia, na Grande Fortaleza. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido, e o celular e um tablet dela foram apreendidos para perícia. Segundo a Controladoria-Geral de Disciplina, a servidora não era investigada, mas o órgão informou que acompanhava a ocorrência no âmbito administrativo.

Outro ponto destacado pelo Diário do Nordeste envolve a perícia sobre a morte de Isabelle. O perito-geral da Perícia Forense do Ceará, Júlio Torres, afirmou em coletiva nesta quarta-feira que o laudo aponta que a queda ocorreu por “precipitação voluntária” e que uma câmera de monitoramento do condomínio La Piazza corrobora essa conclusão.

João Munhoz Neto, de 34 anos, está preso por suspeita de induzimento ao suicídio da jovem de 22 anos. Após audiência de custódia, ele foi transferido para uma unidade prisional de triagem e observação criminológica em Aquiraz. A Justiça cearense decidiu manter a prisão preventiva, segundo as informações reunidas pelo Diário do Nordeste.

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