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Cantor Pablo se explica após cancelar show nos EUA e ser acusado de calote por produtora
A assessoria do músico utilizou seu perfil no Instagram na última quarta-feira (30) para emitir uma nota oficial e expor sua perspectiva acerca dos motivos que levaram à suspensão dos shows
01/10/2026 12h01
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Reprodução: Redes Sociais

O cantor Pablo do Arrocha viu seu nome envolvido em uma polêmica após o cancelamento de sua agenda de apresentações nos Estados Unidos, sendo alvo de acusações de calote por parte de uma empresa de eventos internacional. A "Turnê EUA 2026" havia sido divulgada como uma colaboração ao lado de Eduardo Costa, gerando alta expectativa a ponto de esgotar rapidamente os bilhetes de um dos setores estipulados. Diante da repercussão negativa, a assessoria do músico utilizou seu perfil no Instagram na última quarta-feira (30) para emitir uma nota oficial e expor sua perspectiva acerca dos motivos que levaram à suspensão dos shows:

“A equipe do artista estava com viagem programada para esta quarta-feira (30), às 12h. No entanto, durante o processo de imigração, profissionais fundamentais para a realização dos shows tiveram seus vistos negados, enquanto os passaportes de outros integrantes da equipe somente foram disponibilizados hoje”.

Por sua vez, a organizadora Schuina Productions recorreu às plataformas digitais para repudiar o cancelamento e acusar formalmente o artista de prejuízo financeiro. Por meio de um pronunciamento em vídeo, o empresário Adilson Alves Schuina sustentou que todas as obrigações financeiras e operacionais estipuladas já estavam devidamente arcadas, mas foi surpreendido com a recusa do embarque: “simplesmente o Mário Paim, que é um empresário do Pablo, falou que não ia embarcar”.

Indignado com a situação, o contratante não poupou críticas à postura da gestão do cantor e classificou o desfecho como uma afronta comercial: “Simplesmente isso. E veio propor para mim trocar um show com ele no Brasil de prefeitura. Isso que ele tá fazendo, isso é um desacato”. Ainda no decorrer da gravação, o responsável pela produtora detalhou os montantes investidos e o prejuízo arcado, enfatizando que possuía todos os papéis legais em dia:

“Tenho as petições aprovadas, eu tenho os passaportes com os visto, eu tenho os print do consulado que foi retirado os passaporte, tudo certinho. Simplesmente o cantor Pablo e o empresário Mário Paim me dando um cano”.

Por fim, disse que efetuou o pagamento de 50% do cachê, além de desembolsar mais de 88 mil dólares (o equivalente a cerca de R$ 455 mil) com despesas de petições governamentais e bilhetes aéreos de classe executiva destinados ao cantor, à esposa dele e ao empresário Mário Paim.

Confira a nota na íntegra:

Reprodução: Redes Sociais