O ex-chefe do Executivo mineiro e postulante ao Palácio do Planalto pela legenda Partido Novo, Romeu Zema, manifestou publicamente nessa última segunda-feira (5/10) seu voto em Flávio Bolsonaro (PL) para a disputa definitiva da Presidência da República, agendada para o próximo 25 de outubro. Por meio de uma gravação veiculada em suas plataformas digitais, o político também argumentou que o campo conservador deve capitalizar a expansão de sua bancada no Congresso Nacional para articular pedidos de afastamento contra membros da atual administração federal.
Avaliando o pleito do último domingo (4), Zema pontuou que o eleitorado enviou um recado contundente à classe política: “Precisamos tirar os intocáveis de Brasília”.
Na visão do ex-governador, a ampliação das cadeiras conquistadas pela direita na Câmara dos Deputados e no Senado Federal consolidou o quórum necessário para protocolar uma moção de impedimento.
O político mineiro aproveitou o espaço para celebrar os resultados obtidos por sua sigla nas urnas, destacando a conquista de assentos expressivos no parlamento federal:
“O partido ao qual pertenço, o Partido Novo, avançou muito. Elegeu 10 deputados federais e 3 senadores que vão estar lutando por um Brasil melhor”, pontuou Zema.
Sem margem para ambiguidades, ele firmou seu posicionamento para a etapa derradeira do pleito presidencial organizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE):
“Eu não vou me omitir nem ficar em cima do muro nesse momento tão importante. Voto contra o PT, voto no Flávio Bolsonaro”, certificou o candidato.
Encerrando seu discurso, Zema desferiu novas críticas à gestão petista e conclamou seus eleitores a manterem a mobilização até o dia da votação final:
“O Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula nem mais 4 ministros nomeados pelo Lula. Tamo juntos no dia 25. Conto com você”.