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Lucas Pavanato afirma que impeachment de Moraes é prioridade; você concorda?
Além de focar no Supremo Tribunal Federal (STF), o parlamentar direcionou críticas severas ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP)
07/10/2026 11h43 Atualizada há 2 horas
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Reprodução: Reprodução/CNN Brasil

Recém-eleito deputado federal por São Paulo com uma expressiva votação superior a 3 milhões de sufrágios, alcançando o patamar de um dos mais votados do país ao lado de Nikolas Ferreira, Lucas Pavanato (PL-SP) declarou em entrevista ao programa Faroeste à Brasileira que o afastamento do magistrado Alexandre de Moraes encabeça sua agenda prioritária no Parlamento. O congressista repudiou decisões recentes do Supremo Tribunal Federal, afirmando:

“Não queremos migalhas de um ministro tirano”, complementando em seguida: “Nós queremos a punição dele. Tem político aí dizendo que não é a prioridade o impeachment do Moraes. É sim”.

Além de focar no Supremo Tribunal Federal (STF), o parlamentar direcionou críticas severas ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), rejeitando a premissa de que uma eventual administração nacional liderada por Flávio Bolsonaro (PL) necessite respaldar a permanência do senador na chefia da Casa para assegurar sustentação política. Para Pavanato, Alcolumbre atuou como protetor de Moraes e falhou em cumprir acordos prévios:

“O Alcolumbre é um dos maiores aliados do Alexandre de Moraes, é quem o protegeu durante todo esse tempo”, pontuou o deputado. “Então esse cara não pode continuar no Senado, não cumpriu com a palavra dele que foi acordada lá atrás”.

O parlamentar sublinhou que a presidência do Senado deve contemplar um nome de perfil conservador e que agremiações divergentes precisarão dialogar em um hipotético mandato presidencial de Flávio Bolsonaro.

Segurança pública e trajetória legislativa

No âmbito de suas propostas de atuação em Brasília, Pavanato prioriza o setor de segurança pública, defendendo a redução da maioridade penal para responsabilizar jovens de 14 anos envolvidos em delitos comuns, alterações legislativas rígidas para crimes hediondos e o endurecimento de penas com foco na retenção carcerária de criminosos reincidentes.

Aos 28 anos, sua carreira política consolidou-se desde a adolescência na organização de atos pelo impeachment de Dilma Rousseff (PT) em sua terra natal no interior paulista, passando pela assessoria no gabinete de Fernando Holiday (PL) na capital, candidatura pelo partido Novo em 2022, filiação ao PL sob a égide de Jair Bolsonaro, passagem pela vereança paulistana e, finalmente, a chegada triunfante à Câmara dos Deputados.