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Danielle Winits revela ter sofrido 'todos os tipos de violência' e deabafa: “Busco me curar”
Atriz contou que experiências pessoais se conectaram ao papel de psiquiatra em produção que aborda gaslighting e abuso psicológico
07/10/2026 14h53 Atualizada há 2 horas
Por: Mateus Pereira Fonte: Quem
Foto: redes sociais

Danielle Winits fez uma revelação bastante pessoal ao falar sobre seu novo trabalho na dramaturgia. Aos 52 anos, a atriz contou que já sofreu diferentes formas de violência ao longo da vida e afirmou que interpretar uma personagem inserida em uma história sobre abuso psicológico também se tornou parte de seu processo de cura.

“Já sofri vários tipos de violência”, declarou Danielle em entrevista à revista Quem. Em outro momento, a atriz foi ainda mais direta ao falar sobre sua trajetória: “Falando como mulher que já sofreu todos os tipos de violência que vocês possam elencar”.

A revelação aconteceu durante a divulgação de “Eu Não Era Louca, Era Casada”, produção do Globoplay na qual Danielle interpreta Regina, uma psiquiatra que acompanha Beatriz, personagem vivida por Fernanda Rodrigues. A trama tem como um dos principais temas o gaslighting, uma forma de abuso psicológico que pode fazer a vítima questionar a própria memória, percepção e julgamento.

Ao relacionar a história da produção com suas próprias experiências, Danielle afirmou que vem tentando se recuperar das situações vividas ao longo dos anos. “Eu sou uma pessoa que busco me curar ao longo do meu tempo de vida aqui, de tantas violências que eu já sofri”, declarou.

Para a atriz, levar o tema para a dramaturgia ajuda a colocar em evidência situações de abuso que nem sempre são reconhecidas imediatamente. Ela também destacou que o gaslighting precisa ser discutido para além do campo informativo, já que pode ajudar mulheres a identificarem comportamentos abusivos em seus próprios relacionamentos.

Danielle resumiu o impacto do trabalho sobre sua própria vida ao afirmar: “Me sinto mais curada com esse trabalho”. A atriz também defendeu que a ficção pode contribuir para ampliar a discussão sobre diferentes formas de violência contra a mulher.