Filho de Gugu revive momentos mais difíceis no hospital antes da morte do pai: “Só ali que caiu a ficha”

João Augusto Liberato contou detalhes da internação em Orlando, da viagem da família e da conversa decisiva com uma médica após o acidente

08/10/2026 às 16h03
Por: Mateus Pereira
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Foto: redes sociais
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João Augusto Liberato voltou a falar sobre a morte de Gugu Liberato e revelou detalhes das horas de angústia vividas pela família no hospital, em Orlando, nos Estados Unidos. Durante entrevista ao “Jornal dos Famosos”, da LeoDiasTV, o filho mais velho do apresentador relembrou o momento em que todos ainda aguardavam por uma recuperação, enquanto a gravidade do quadro já preocupava os médicos.

Gugu sofreu um acidente doméstico em 20 de novembro de 2019, quando caiu de aproximadamente quatro metros de altura ao tentar fazer um reparo no ar-condicionado instalado no sótão de sua casa, em Orlando. Ele foi internado em estado grave e teve a morte encefálica confirmada dois dias depois.

Segundo João Augusto, familiares viajaram do Brasil para acompanhar de perto a situação. Entre eles estava Maria do Céu Liberato, mãe de Gugu, que precisava ouvir a confirmação de um médico brasileiro para conseguir compreender a real gravidade do estado de saúde do filho.

“Minha avó precisava ouvir de um médico brasileiro sobre se aquilo lá era verdade, se realmente não tinha outra solução. E foi isso mesmo, tivemos que trazer o médico”, contou João. O profissional estava em Porto Rico, mas viajou até Orlando para analisar os exames do apresentador.

“Eu lembro, o médico chegou lá, olhou os scanners lá no computador e confirmou para a minha avó, e só ali que caiu a ficha na hora para ela”, relembrou o filho de Gugu. Mesmo diante da gravidade, João contou que ainda havia esperança entre os familiares enquanto aguardavam uma confirmação oficial.

Foi então que ele decidiu abordar uma médica que passava pelo hospital e pedir uma resposta direta sobre as chances de recuperação do pai. “Eu sei que você é médica, que vocês não querem dar os assuntos, mas fala para a gente. Tem alguma chance de ele sair dessa?”, perguntou. De acordo com João, a profissional apenas balançou a cabeça e respondeu: “Não”. “E aí naquele momento para mim tinha caído a ficha que aconteceu mesmo”, afirmou.

João explicou ainda que, naquele instante, a família não havia recebido uma comunicação oficial porque a confirmação ainda não estava formalizada no papel, embora já existisse a morte cerebral. “Porque eles não falavam para a gente, né? Porque não era oficial no papel, né? Mas havia a morte cerebral. E aí eu tive que chegar para ela e falar: ‘Eu sou o filho mais velho, fala para mim, tem alguma forma?’. E ela falou que não. Então assim, foi um dia muito, muito difícil”, declarou.

As lembranças daquele período permanecem vivas para João até hoje. Ao falar sobre as cenas que ficaram marcadas na memória, ele resumiu o impacto daquela experiência: “Ficam gravadas, né, na mente”.

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