Cauã Reymond contou uma situação delicada envolvendo sua privacidade durante participação no programa "Angélica ao Vivo". O ator relembrou que foi fotografado nu por um drone, sem autorização, e que as imagens chegaram a ser enviadas por e-mail para diferentes veículos de comunicação.
Ao recordar o episódio, Cauã explicou que o material foi distribuído para editorias de notícias, mas não acabou publicado. O ator atribuiu parte dessa proteção à legislação relacionada à divulgação não autorizada de imagens íntimas e agradeceu à atriz Carolina Dieckmann pelo papel que ela teve na discussão pública sobre o tema.
“Um drone, no começo dos drones, me fotografou nu. Colocaram as minhas fotos no e-mail, mandaram para todas as editorias, mas ninguém teve coragem de publicar, e provavelmente graças a você [Carolina]. Muito obrigado”, declarou.
A fala foi dirigida a Carolina, que também participava da conversa e recordou a história por trás da lei que leva seu nome. A legislação foi criada após a divulgação não autorizada de imagens íntimas da atriz, caso que provocou amplo debate sobre a proteção da privacidade no ambiente digital.
Cauã ainda brincou com a situação ao comentar que as imagens não o favoreciam. “E não era o meu melhor ângulo, amiga”, disse o ator, em tom descontraído, ao lembrar da exposição que poderia ter ocorrido.
O relato mostra como a divulgação de imagens captadas sem consentimento pode atingir pessoas conhecidas mesmo quando o conteúdo não chega ao público. O fato de as fotografias terem sido encaminhadas a veículos não significa que tenham sido publicadas, distinção que o próprio relato deixa clara.
A conversa também recupera a importância do debate sobre privacidade e responsabilidade editorial. No caso relatado por Cauã, as imagens não foram divulgadas pelos veículos que as receberam, segundo a declaração apresentada no programa.