Polliana Aleixo refletiu sobre os efeitos de começar a trabalhar na televisão ainda criança e como a experiência influenciou sua relação com o reconhecimento profissional. Aos 30 anos, a atriz falou sobre o assunto durante participação no programa “Sem Censura”, da TV Brasil, exibido na quinta-feira (8).
A artista iniciou a carreira como atriz aos 11 anos e destacou que trabalhar tão cedo traz tanto oportunidades quanto desafios. Segundo Polliana, crescer em um ambiente profissional pode fazer com que a identidade pessoal fique muito ligada ao trabalho e à maneira como outras pessoas reconhecem o desempenho do artista.
Ao refletir sobre esse processo, ela explicou que a infância é uma fase importante para o desenvolvimento e que a relação com a validação externa pode se tornar marcante. Polliana resumiu a questão ao afirmar que “nosso cérebro ainda está se formando”. A experiência, segundo ela, fez com que precisasse compreender melhor o lugar que a atuação ocupa em sua vida.
A atriz também comentou que hoje tem uma visão mais consciente sobre essas questões e que trabalhou essa relação pessoal com ajuda terapêutica. Ela descreveu a própria percepção como “muito lúcida hoje, muito terapeutizada”, mostrando que a reflexão sobre a infância e o trabalho continua fazendo parte de seu processo de amadurecimento.
Polliana ainda atribuiu aos pais um papel importante na forma como lidou com a carreira desde cedo. De acordo com a atriz, eles a ajudaram a compreender que trabalhar na televisão não a tornava diferente das outras pessoas. Ao longo da trajetória, ela participou de produções como “Beleza Pura”, “Insensato Coração”, “Cheias de Charme” e “Em Família”. Atualmente, divulga o filme “A Última Noite”, que integra a programação do Festival do Rio.