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Processo contra Neymar entra na reta final, mas ativista pede novas provas antes de decisão
Agripino Magalhães contestou a condução da ação e pediu que o julgamento seja adiado para que provas anteriormente solicitadas sejam analisadas
27/10/2026 23h25
Por: Mateus Pereira Fonte: Metrópoles
Foto: redes sociais

Um processo judicial movido pelo ativista Agripino Magalhães contra Neymar Jr. ganhou um novo desdobramento nesta terça-feira (27). O autor apresentou suas alegações finais, mas também pediu que o caso não seja julgado antes da análise de provas que, segundo ele, foram solicitadas anteriormente e negadas pela Justiça. As informações são do Metrópoles.

A ação foi ajuizada em 2021. Na ocasião, Agripino acusou o jogador de planejar um assalto armado contra ele, além de alegar que teria sofrido ameaças. Neymar e o advogado Davi de Paiva Costa Tangerino também são citados no processo. As acusações integram a versão apresentada pelo ativista e não devem ser tratadas como fatos comprovados.

Segundo a reportagem, uma decisão emitida em setembro determinou que as partes apresentassem suas alegações finais, etapa que antecede a sentença. Ao se manifestar nesta terça-feira, Agripino sustentou que a negativa de produção de provas prejudicou sua defesa e pediu que a análise final fosse suspensa até que os pedidos fossem reavaliados.

O ativista também solicitou que, caso o pedido de revisão não seja aceito, a ação seja julgada procedente, com a condenação de Neymar e do advogado. Ele busca indenização de R$ 42 mil por danos materiais e R$ 1 milhão por danos morais, conforme os valores informados pelo Metrópoles.

A defesa de Neymar e Davi apresentou suas próprias alegações finais durante outubro e pediu que a ação seja julgada improcedente. De acordo com a coluna, os dois sustentam que Agripino não teria comprovado sua participação nas supostas ameaças, no roubo de seu celular ou nos prejuízos financeiros e morais alegados.

O pedido de revisão feito pelo ativista ainda precisa ser apreciado no processo. Até o momento descrito pela reportagem, não havia sentença definitiva sobre essa ação. A existência do processo e a apresentação dos pedidos não significam que as acusações tenham sido reconhecidas judicialmente.