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Oruam se manifesta sobre projeto de lei que leva o seu nome: “Virei pauta política”
Trapper também alegou que projeto é um ataque a todos os artistas da cena
13/02/2025 12h29 Atualizada há 2 anos
Por: Karine - Redação
Reprodução/Instagram

Na última terça-feira (11), o trapper Oruam fez duras críticas ao projeto de lei ‘Anti-Oruam’, que ilustra seu nome e visa proibir shows de artistas que façam apologia ao crime em suas músicas. 

Protocolado pela vereadora de São Paulo, Amanda Vettorazzo (União do Brasil), inicialmente o projeto tem como objetivo proibir o financiamento desse tipo de show somente na cidade, mas a ideia já vem sendo observada por políticos de várias regiões do Brasil.

Em seu perfil no X (antigo Twitter), Oruam afirmou que o projeto não ataca somente ele, mas "todos os artistas da cena".

"Eles sempre tentaram criminalizar o funk, o rap e o trap. Coincidentemente, o universo fez um filho de traficante - Ele é filho de Marcinho VP, um dos líderes da facção Comando Vermelho - fazer sucesso e eles encontraram a oportunidade perfeita pra isso", escreveu ele que ainda apontou que ‘virou pauta política’. 

Mais sobre o projeto

A Lei Anti-Oruam foi protocolada na Câmara Municipal de São Paulo pela vereadora Amanda Vettorazzo, ligada ao Movimento Brasil Livre (MBL). O projeto prevê que o poder público seja proibido de contratar shows de artistas que façam apologia ao crime e ao uso de drogas, sob pena de multa de 100% do valor do contrato. A proibição valeria para casos em que o evento "possa ser acessado pelo público infantojuvenil".

Segundo a vereadora, a intenção é "garantir que a gente não invista em shows e espetáculos que promovam a cultura de armas e drogas e apologia ao crime organizado".