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Influenciadora que enfrenta “a pior dor do mundo” reavalia opção de eutanásia após intensificação das dores crônicas
Influenciadora compartilha sua luta contra a neuralgia do trigêmeo e busca alternativas de tratamento, incluindo medicamento não autorizado no Brasil.
01/04/2025 21h04 Atualizada há 1 ano
Por: Redação
Carolina Arruda. Reprodução/Instagram

Carolina Arruda, influenciadora e portadora de neuralgia do trigêmeo, conhecida como "a pior dor do mundo", voltou a considerar a eutanásia após a volta das dores intensas. A influenciadora havia experimentado uma melhora com um novo tratamento, mas, oito meses depois, a dor retornou com força total, levando-a a reconsiderar essa opção.

Ela explicou que nunca desistiu da Eutanásia, pois se pegou 100% ao tratamento. Em um vídeo, Carolina explicou que há uma última cirurgia possível, mas com riscos graves, como anestesia dolorosa e outras sequelas sérias. Ela detalhou que a cirurgia de neuretectomia, não tenha sucesso, poderia ficar com sequelas que a impediriam de assinar os documentos necessários para a Eutanásia, procedimento legal apenas para imigrantes na Suíça. Diante desses riscos, ela afirmou que não pretende se submeter à cirurgia.

 
 
 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Carolina Arruda (@caarrudar)

No ano passado, Carolina abriu uma vaquinha online para custear a viagem à Suíça e o procedimento de eutanásia, arrecadando mais de R$ 140 mil. Após a melhora temporária, ela pausou a arrecadação, mas com o agravamento das dores, decidiu retomar o pedido de ajuda financeira.

Esperança

Segundo Carolina, existe um único medicamento chamado Ziconitede, derivado de um caramujo marinho, que é aprovado em outros países, no entanto, no Brasil não é autorizado "Ele é mais potente e não causa dependência", explicou ela. A influenciadora acredita que essa opção seja sua última chance de conseguir uma melhora significativa no controle da dor.