Exclusivas Crítica de TV
O que fizeram com o “Troféu imprensa”?
De volta à programação do SBT, premiação precisa priorizar pela imparcialidade
06/05/2025 18h04 Atualizada há 1 ano
Por: Flávio Melo
Foto: Reprodução / SBT

No último domingo, depois de um hiato de dois anos, o “Troféu imprensa” voltou à programação do SBT em uma nova fase, agora comandada por Celso Portiolli e Patricia Abravanel.

Com cinco horas de duração, a edição deste ano reuniu jurados veteranos — como Sonia Abrão, Ricardo Feltrin, Hugo Gloss e Flávio Ricco — e estreantes, como Sandro Nascimento, Chico Barney, Fabricio Pellegrino e Felipeh Campos. Apesar das tentativas de manter a essência da premiação, que é uma das maiores do país, o evento acabou sendo uma mistura de acertos e tropeços.

 

Pontos positivos:

 

 

 

 

Pontos negativos:

 

 

 

 

 

 

Conclusão:

O “Troféu imprensa” pode até ter conseguido o que queria: um ressurgimento em grande estilo. Mas quem disse que retornos apoteóticos recebem apenas elogios? Como tudo na TV, há altos e baixos. E o importante é saber compreender as críticas e aprimorar.

Se quiser continuar relevante, a premiação mais antiga da televisão brasileira precisa manter os acertos e corrigir as falhas. Caso contrário, corre o risco de perder o público que sempre priorizou pela imparcialidade e transformar-se em uma prosaica “festa da firma”.