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Letícia Colin celebra 'Garota do Momento': “Espero ter honrado Marilyn Monroe”
Letícia Colin fala sobre sua experiência como Zélia em Garota do Momento e homenageia Marilyn Monroe no processo. Saiba mais, acesse o portal Felipeh Campos, link na bio e nos stories.
25/06/2025 12h20
Por: Natália Raquel
Letícia Colin caracterizada como a vilã Zélia em 'Garota do Momento'. Foto: Beatriz Damy/TV Globo

Letícia Colin, 35 anos, celebra a repercussão da personagem Zélia, de Garota do Momento, novela ambientada nos anos 1950. Comédia dramática que mescla romance, poder e feminismo, a trama apresentou Zélia como uma vilã complexa, que evoluiu até ser assassinada no último capítulo, exibido na segunda (23). A atriz afirmou que encarnar a figura foi um ato de homenagem às mulheres “objetificadas” da época, incluindo a influência de Marilyn Monroe.


Zélia teve um arco significativo: inicialmente malvada, ela conquista simpatia ao investigar a morte da mãe biológica de Bia (Maisa), levando Juliano (Fábio Assunção) à confissão. Para Letícia, isso refletiu a força da “alma feminista” da novela. A atriz destacou que, apesar do machismo do fim dos anos 1950, as mulheres também sorriam, caíam na balada, davam risadas — e escondiam dores profundas 

Contexto e tributo


Na criação da personagem, Letícia estudou a estética e a biografia de Marilyn Monroe. “Espero ter honrado o coração da Marilyn e de todas as mulheres objetificadas”, declarou, ressaltando que Zélia surgiu no universo glamouroso, mas carregado de limitações. Ela explicou que a novela destacou esse contraste entre leveza superficial e profundidade emocional, em meio a uma sociedade que buscava enquadrar a mulher .

Letícia elogiou a autora Alessandra Poggi por manter segredos e reviravoltas — o chamado “plot twist” —, os quais mantiveram a curiosidade sobre Zélia ao longo da trama. A personagem trouxe questões de empoderamento, diversidade feminina e liberdade de expressão em uma época dominada pelo machismo. O legado de Zélia, segundo a atriz, representa uma reverência àquelas que, apesar de vistas como decoração, sentiram, desejaram e lutaram.