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Gil do Vigor comenta tarifa de Trump sobre o Brasil: “Vai pesar no nosso bolso”
Ex-BBB e economista alerta sobre impacto da taxação dos EUA nas exportações brasileiras; medida começa a valer em 1º de agosto
10/07/2025 11h54
Por: Natália Raquel
Gil do Vigor. Foto: Reprodução/Beatriz Damy/Globo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira (9) uma tarifa de 50% sobre todos os produtos exportados do Brasil para o território americano. A medida, que entra em vigor a partir de 1º de agosto, pode gerar efeitos diretos na economia brasileira. Apesar de o Brasil manter déficit na balança comercial com os EUA — exportando US$ 42 bilhões em 2024 e importando cerca de US$ 44 bilhões —, o país foi incluído na lista de nações que serão afetadas pela nova política tarifária.

Além do Brasil, países como Vietnã, Iraque e Filipinas também estão entre os atingidos, mesmo sem grande impacto individual no comércio americano. A decisão faz parte da estratégia eleitoral de Trump, que vem adotando tom mais rígido em acordos internacionais.

Gil do Vigor explica impacto ao consumidor

O economista e influenciador Gil do Vigor usou as redes sociais para comentar o caso com linguagem acessível. “Isso é muito sério porque vai afetar diretamente a nossa economia”, afirmou. Segundo ele, setores como o petróleo, o aço, o café e a aviação serão os mais atingidos pela medida.

 
 
 
 
 
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Gil também alertou que o consumidor final sentirá os reflexos. “Vai pesar no nosso bolso. Mesmo quem só compra no mercadinho vai acabar afetado”, disse.

Tensão diplomática

O anúncio foi enviado oficialmente ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o que acendeu o sinal de alerta sobre o futuro das relações diplomáticas entre os dois países.A equipe econômica do governo brasileiro estuda alternativas para minimizar os impactos. Especialistas apontam que grandes exportadores de commodities e fabricantes com presença nos EUA, como a Embraer, estão entre os mais expostos.

Para Gil do Vigor, o momento exige atenção. “Vou acompanhar os desdobramentos. Não é só uma decisão política lá fora. Isso chega aqui no Brasil e atinge a gente”, concluiu.