A morte de Preta Gil, no domingo (20), aos 50 anos, repercutiu amplamente na imprensa internacional. Jornais e portais de países como Portugal, Espanha e Uruguai publicaram homenagens e obituários ressaltando a relevância da artista na cultura brasileira e seu papel como símbolo da diversidade.
Em Portugal, o SIC Notícias, o Jornal de Notícias, o Correio da Manhã, o Expresso e o Público noticiaram o falecimento com destaque para sua carreira multifacetada e para o enfrentamento do câncer, iniciado em 2023. O SIC chamou Preta de “artista de sucesso” e “símbolo da luta contra o racismo e pelos direitos das mulheres e da comunidade LGBT+”.
O Jornal de Notícias descreveu sua trajetória como “marcada por autenticidade, irreverência e afeto” e lembrou o parentesco com Gilberto Gil, Caetano Veloso e Gal Costa. O jornal ressaltou também o início polêmico de sua carreira solo, em 2003, com um disco cuja capa, em que aparecia nua, causou controvérsia.
Na Espanha, o jornal El Mundo registrou que Preta enfrentava câncer com metástase e estava hospitalizada desde maio. O veículo lembrou a participação da cantora em shows com o pai, Gilberto Gil, pouco antes de sua viagem para tratamento nos Estados Unidos.
O El País, do Uruguai, listou os quatro álbuns lançados pela artista, suas passagens por novelas e programas de televisão e sua atuação como empresária à frente da agência Mynd.
A repercussão chegou também à imprensa esportiva. Os jornais A Bola (Portugal) e Marca (Espanha) publicaram notas sobre a morte, citando as homenagens de clubes como Flamengo, Palmeiras e Botafogo.
A cobertura internacional reforça a dimensão pública de Preta Gil e a força de seu legado, construído com arte, voz e coragem.