O processo movido por Andressa Urach contra a Igreja Universal foi considerado improcedente pela Justiça. A decisão veio da juíza Karen Bertoncello, da 13ª Vara Cível de Porto Alegre, que entendeu não haver provas de coação por parte da instituição religiosa.
De acordo com a magistrada, as doações milionárias feitas pela ex-modelo foram realizadas de forma voluntária, sem que houvesse qualquer indício de ameaça. Em sua defesa, Andressa havia alegado ter sido vítima de uma “lavagem cerebral”, afirmando que contribuiu financeiramente em um momento de fragilidade emocional.
Ainda assim, a juíza destacou que a criadora de conteúdo adulto permaneceu por mais de cinco anos frequentando a Universal de forma “livre, consciente e convicta”.
Andressa, por sua vez, reagiu à decisão nas redes sociais, lamentando a condução do caso. O processo teve início em 2021 e chegou a ser transferido entre diferentes magistrados ao longo dos últimos anos.
Eu não vou me calar diante do que chamo de estelionato da fé. Dou voz a tantas pessoas que passam ou já passaram pelo mesmo, mas não tiveram forças para lutar.
A ex-Fazenda também garantiu que não pretende encerrar a disputa judicial e afirmou que irá recorrer da decisão em todas as instâncias possíveis.
Andressa Urach se pronuncia após perder o processo para recuperar R$ 2 milhões doados à Igreja Universal:
— poponze (@poponze) August 26, 2025
“O que mais me chamou a atenção foi que, no meu caso, passaram vários juízes diferentes e eu não acho justo que a juíza que não acompanhou a audiência seja a que dê a… pic.twitter.com/W4ZwKqLRgf