Notícias SE ARREPENDEU?
Após repercussão negativa, Gabriela Duarte explica repost com críticas a Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque
Atriz atribuiu publicação a erro no uso da nova função de repostagem do Instagram
24/09/2025 13h05 Atualizada há 11 meses
Por: Marcela Mattiolli Colaboração para Felipeh Campos
Gabriela Duarte - Reprodução: Instagram

Após uma polêmica, Gabriela Duarte divulgou um vídeo de desculpas na última terça-feira (23). O motivo foi um compartilhamento em seu perfil do Instagram de um material que se referia a Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque como um “exército de artistas decadentes”. A gravação ainda fazia uma acusação, sem provas, de que os músicos teriam sido remunerados com verbas públicas para se apresentarem no protesto contra a PEC da Blindagem, que ocorreu no último domingo (21), no Rio de Janeiro.

O evento reuniu outros talentos musicais, como Djavan, Lenine, Ivan Lins, Geraldo Azevedo, Maria Gadú, Frejat e Marina Sena. Caetano liderou a manifestação, que foi organizada também por sua esposa, Paula Lavigne. Ninguém entre os artistas recebeu cachê pelas performances.

Com a reação negativa do público, Gabriela removeu a postagem e se pronunciou. “Hoje aconteceu uma das coisas mais loucas que eu já vivi. Agora estou entendendo que eu repostei uma coisa de política. Estou muito chocada, eu não repostei nada daquilo. Acho que foi uma questão geracional. Apertei um botão que eu nem sabia que estava apertando”, relatou ela.

Na sequência, a artista se retratou, assumindo a falha: “Se tiver que pedir desculpas, eu peço, também. Errei. Acho que nos meus 51 anos não sei mexer com essa questão do digital, do Instagram.”

Ela reforçou que não costuma abordar política em suas redes sociais e frisou sua admiração pelos músicos envolvidos: “Nunca falei de política nas minhas redes, não ia ser assim que eu ia me expor, e muito menos falando mal de pessoas que admiro profundamente”.

O episódio ganhou ainda mais projeção devido ao histórico de sua família. Sua mãe, Regina Duarte, atuou como ministra da Cultura durante a gestão do ex-presidente, Jair Bolsonaro, (PL) e continua a ser uma de suas defensoras.