Notícias “Não devo nada”
Rodrigo Bocardi quebra silêncio sobre saída da Globo e confirma batalha judicial
O jornalista revelou ter sido surpreendido com a demissão do Bom Dia São Paulo e resumiu o imbróglio com a emissora: “Essa conversa é silenciosa e jurídica”.
19/10/2025 16h19 Atualizada há 10 meses
Por: Ma Brito - Redação
Foto-Reprodução: Rede Globo\globoplay

O jornalista Rodrigo Bocardi, voz consolidada no telejornalismo paulistano e ex-âncora do líder de audiência Bom Dia São Paulo, abordou publicamente a sua demissão da Rede Globo em uma entrevista recente. Convidado do AlphaPod, apresentado por Celso Giunti, Bocardi falou abertamente sobre o desligamento, que, segundo ele, ocorreu de forma inesperada, surpreendendo-o na liderança de audiência das manhãs da capital paulista.

Durante a conversa, Bocardi confirmou ter sido pego de surpresa pelo anúncio de seu afastamento do noticiário matinal. A revelação é um ponto de interesse para o público, visto que o Bom Dia São Paulo mantinha uma posição de destaque na preferência dos telespectadores da região.

A saída abrupta de um profissional com alta aceitação e em um momento de êxito de audiência motivou questionamentos sobre os bastidores da decisão corporativa. O jornalista não detalhou os motivos apresentados pela emissora, mas a abertura do tema trouxe luz à complexidade das relações trabalhistas no alto escalão do jornalismo televisivo.

O ponto de maior relevância da entrevista foi a confirmação de que o desligamento do profissional está sendo tratado na esfera judicial. Ao ser questionado sobre o desdobramento de sua saída, Bocardi foi conciso, revelando que uma disputa legal está em curso com a antiga empregadora.

"Essa conversa é silenciosa e jurídica", resumiu o jornalista, indicando que o tema está sob sigilo profissional e legal. A menção à batalha judicial sugere que as partes não chegaram a um consenso amigável sobre os termos da rescisão.

Adicionalmente, Bocardi fez questão de afirmar que, de sua parte, "não devia nada", sinalizando que sua postura profissional e ética não podem ser questionadas no contexto da demissão e do litígio.