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Sonia Bridi entra com medida protetiva e processa ex-genro, o ator Rafael Cardoso
A jornalista, mãe de Mari Bridi, alega que teve sua casa invadida, carro destruído e que foi ameaçada pelo ator
06/11/2024 18h46
Por: Karine - Redação
Reprodução/Instagram

O divórcio conturbado de Rafael Cardoso e Mari Bridi segue gerando polêmicas. Dessa vez, a jornalista Sônia Bridi, mãe de Mari, solicitou uma medida protetiva de urgência contra o ator. Inclusive, fontes próximas à família, dizem que a jornalista foi quem tomou a frente de toda a situação e incentivou a filha a também entrar com medida contra Rafael.

A medida teria sido solicitada em 24 de agosto de 2023. Ela alega ter sofrido violência doméstica no dia 18 do mesmo mês, descrevendo não uma violência física, mas psicológica, moral e patrimonial. Segundo ela, o ex-genro era usuário de álcool e drogas e invadiu sua casa, proferindo inúmeras ofensas para ela e para o caseiro do local, além de destruir seu carro.

Devido à urgência do pedido, a juíza Cintia Souto Machado de Andrade, do VII Juizado da Violência Domestica do Rio de Janeiro, aprovou o pedido no dia seguinte, explicando que embora Rafael Cardoso não tenha agredido fisicamente a jornalista, o ciclo da violência contra a mulher se inicia no campo verbal e costuma evoluir para situações mais drásticas, como o feminicídio.

Na medida protetiva, Rafael está impedido de se aproximar de sua ex-sogra, mantendo uma distância mínima de 100 metros, e também de fazer contato com ela por meio de qualquer tipo de plataforma, seja por telefone ou meios digitais, sob risco de prisão em caso de descumprimento. Ainda de acordo com Perline, foi a partir desse pedido que Mari Bridi, filha de Sônia, também buscou a Justiça para pedir proteção para si.

A Justiça teve dificuldades em localizar o ator presencialmente, o que motivou Sônia a pedir que os oficiais o notificassem por meio de WhatsApp. O pedido foi protocolado em 15 de setembro do ano passado e, além das informações sobre o episódio que a motivou a buscar amparo na Lei Maria da Penha, também informava que o ex-genro morava a 750 metros de sua casa, o que lhe confere uma situação de perigo.